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Conversa para refletir


Luis Felipe Soares
Diário do Grande ABC

30/04/2017 | 07:00


As diferenças das várias raças e povos espalhados pelo mundo aparecem no meio de despretensiosa pergunta entre amigos. O que deveria ser apenas uma ajuda se torna motivo para observar como a caixa de lápis de cor é capaz de incentivar a imaginação. São esses os elementos desenvolvidos em A Cor de Coraline (Rocco Pequenos Leitores, 32 páginas, R$ 39,50, em média), mais recente trabalho do escritor paulista Alexandre Rampazo.

A história é simples, mas com grande profundidade. Tudo começa quando Pedrinho vira para a amiga e diz: “Coraline, me empresta o lápis cor de pele?” O contexto da frase faz com que a garota comece a pensar que tipo de item o menino realmente deseja.

“Primeiro imaginei que qualquer aluno da escola que tivesse uma caixa de lápis de cor de 18, 24 ou 32 cores talvez ficasse com a cabeça ainda mais confusa com a pergunta do Pedrinho. É muita cor, né? Que sorte ter uma caixa de lápis de cor com somente 12 cores”, diz a protagonista em um trecho.

Passeando por tons como amarelo, vermelho, verde, azul e lilás, com referências a bichos e diferentes tipos de seres, o papo entre a dupla traz à tona questões relacionadas à individualidade de cada um. As ilustrações delicadas ajudam na viagem reflexiva.



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