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Alckmin defende renúncias


Das Agências

27/04/2001 | 00:23


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse nesta quinta-feira à tarde, em Ribeirão Preto, que apesar de não ter obtido qualquer informação sobre o depoimento do senador Antônio Carlos Magalhães (PFL) no Senado, que gostaria que os dois envolvidos no caso renunciassem. "Acho que se renunciassem seria ótimo, pois evitaria o constrangimento da cassação", disse Alckmin. "É muito grave o que ocorreu."

Para o governador, a violação do painel de votação do Senado significa um desrespeito à democracia e às regras do parlamento e os envolvidos não podem ficar impunes. "Esse tipo de coisa coloca em risco as instituições e abala a credibilidade, por isso, é preciso investigar e punir os responsáveis, mas não punir a pessoa, e sim educá-la", comentou Alckmin, após visitar cinco cidades da região – além de Ribeirão Preto, onde entregou seis bases comunitárias móveis à Polícia Militar, esteve em Igarapava, Miguelópolis, Sales Oliveira e Ituverava para sorteios e entregas de casas populares.

Alckmin afirmou, no início da noite desta quinta, que estava curioso para obter informações do depoimento de ACM, pois viajou durante todo o dia, mas que acreditava em punição do Senado aos envolvidos. "O Senado vai se auto-depurar e a sociedade também está fiscalizando", acrescentou o governador, após citar uma passagem do romance "Crime e Castigo", de Dostoiévisk. "Castigo é uma forma de educar".



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