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Shoppings de veículos enfrentam crise global


Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

18/01/2009 | 07:08


A crise internacional, que tem gerado restrições no crédito e retração nas compras a prazo, atingiu em cheio o comércio de veículos usados. Segundo a Assovesp (Associação dos Revendedores Independentes de Veículos do Estado de São Paulo) a retração na comercialização de carros usados em dezembro no Grande ABC já chega a 45% frente a novembro. A queda de é a maior do Estado. Com isso, há autoshoppings da região que sofrem para passar por esse período de demanda fraca e enfrentam o fechamento de lojas.

É o caso do Auto Shopping Piraporinha, de São Bernardo. De um total de 28 concessionárias que já abrigou, o empreendimento reune apenas nove revendas, número que deve se reduzir nos próximos dias.

O centro de compras apresentava, na última semana, amplos espaços vazios. Uma loja que está de saída é a Perfil Multimarcas, que vai concentrar suas atividades no União ABC Auto Shopping (localizado na avenida Pereira Barreto, no mesmo município), onde já tinha operações.

O União ABC, aberto em 30 de agosto último, tinha na última semana apenas pouco mais da metade de seu espaço de show-room ocupado - separado por um toldo, que escondia o espaço vazio. A administração, que não foi encontrada para comentar a condição do shopping.

No caso do Piraporinha, o gerente administrativo, Natalino Martins, admite que a situação é mais crítica. "Alguns comerciantes fecharam suas lojas, outros se transferiram para outros centros de compras".

O gerente da revenda Perfil no local, Renato Zola, se queixa do cenário. Em dezembro, sua unidade vendeu 23 carros, sete a menos do que em novembro. "Com a nossa estrutura, é muito pouco", disse. O proprietário da BMV Automóveis, Agenor Rocha, desativou sua filial em janeiro, ficando apenas com uma na avenida Senador Vergueiro.

Martins revela que o shopping não atendeu os revendedores, que reivindicavam redução de custos. Somando aluguel, condomínio e fundo promocional, em média, o gasto mensal do lojista gira em R$ 13 mil (para loja de 150 m²).



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