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Palmeiras sua e vence na Copa Libertadores

Cesar Grecco/Agência Palmeiras/Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Aos 50 da etapa final, Verdão faz 1 a 0 no Jorge
Wilstermann e triunfa pela 1ª vez na competição


Felipe Simões
Do Diário do Grande ABC

16/03/2017 | 07:00


O Palmeiras venceu a primeira na Libertadores com a cara da competição: no sufoco. Ontem, o Verdão fez 1 a 0 sobre o Jorge Wilstermann, da Bolívia, em casa, pela segunda rodada do Grupo 5. O torcedor só pôde soltar o grito de gol, que levou o clube à liderança da chave – com quatro pontos –, aos 50 minutos do segundo tempo. O Peñarol, do Uruguai, é o próximo adversário do Alviverde, na Capital, dia 12.

Quem pensava que o Palmeiras esmagaria os bolivianos se enganou, pois foram os visitantes os primeiros a oferecer perigo. Com nove minutos, Morales cabeceou para trás e a bola desviou em Mina – para sorte dos donos da casa, Fernando Prass estava com o reflexo em dia.

A partir daí, o Verdão dominou – chegou a ter 75% de posse de bola, com 93% de efetividade nos passes e oito finalizações (quatro no alvo). Tchê Tchê e Guerra se movimentavam bem e faziam a equipe jogar, mas faltava deixar algum companheiro na cara do gol.

As duas boas chegadas do Alviverde tiveram semelhanças: surgiram de cruzamentos da direita e terminaram com a finalização de Borja. Aos 25, ele chutou prensado pelo zagueiro Alex Silva, ex-São Bernardo, e, 12 minutos depois, cabeceou de acordo com o manual, para baixo, mas a bola subiu demais e passou por cima da meta defendida pelo goleiro Olivares.

Na segunda etapa, o Palmeiras sofreu muito com os impedimentos – foram nove ao todo, sendo alguns mal marcados pelo assistente. Isso fez com que boas chances se perdessem, assim como um gol de Mina.

Depois, o Verdão amassou, pressionou e tentou de todas as formas. Foi só aos 50 minutos, quando Róger Guedes rolou para Mina completar para o gol, que o palmeirense pôde festejar e entender, definitivamente, o espírito da Libertadores.



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