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O planeta na palma da mão

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Aos 35 anos, o goiano Igor Galli é considerado o brasileiro e latino-americano mais viajado do mundo; ao longo de 13 anos, o turismólogo já conheceu mais de 150 países e em conversa com o Diário dá dicas e conselhos para quem deseja se aventurar mundo a fora


Vanessa Soares Oliveira

29/12/2016 | 07:00


Explorar lugares é um dos hobbies prediletos de muita gente. Nada traz mais conhecimento geográfico, gastronômico, cultural e de vida mesmo do que estar imerso em um local desconhecido. E está chegando um ano novinho em folha para investir neste prazer. São 365 novas oportunidades de fazer as malas e partir. O goiano Igor Galli, 35 anos, entende bem do assunto. Ele faz isso profissionalmente há 13 anos e já visitou mais de 150 países.

Considerado o brasileiro e latino-americano mais viajado do mundo, de acordo com o site The Best Travelled, em conversa com o Diário, o turismólogo (título adquirido aos 22) – e autor do livro As Melhores Atrações Culturais do Mundo (Ed. Kelps, 364 págs, R$ 100, em média) – resumiu o que de mais importante é preciso ter para embarcar na próxima aventura: coragem. “Não é só dinheiro. Dinheiro vai dar conforto, mas precisa ter coragem. Você pode ter uma barraca, uma bicicleta e consegue se virar. Dinheiro gera praticidade, mas não é tudo”, afirma.

Entre os lugares favoritos no mundo, Galli diz sem pestanejar que o Sudeste asiático – formado por países como Camboja, Filipinas, Indonésia, Malásia, Mianmar, Singapura, Timor-Leste, Tailândia, Vietnã, entre outros – é o primeiro da lista. “É barato, o clima é tropical e a comida, boa. A junção disso faz ser a região predileta de muitos viajantes”, garante.

Desde dezembro de 2015 Galli está no Brasil e pretende permanecer ‘em casa’ até 2018 tocando projetos pessoais, entre eles o lançamento do livro As Maiores Atrações Naturais do Mundo, que deve chegar em 2017. Muitas histórias vividas nas viagens estão registradas em suas obras, como quando se casou com uma aborígene australiana (ela morreu em acidente aéreo) e quando se perdeu em uma trilha na Noruega.

E se engana quem pensa que só porque ele está no Brasil deixou de viajar. Por aqui, Galli deu um pulinho na Chapada Diamantina, Aracaju, João Pessoa, Pantanal, Chapada dos Guimarães, Jalapão, Bonito, além da Praia de Pipa, Fortaleza , Jericoacoara, Fernando de Noronha e São Paulo.



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O planeta na palma da mão

Aos 35 anos, o goiano Igor Galli é considerado o brasileiro e latino-americano mais viajado do mundo; ao longo de 13 anos, o turismólogo já conheceu mais de 150 países e em conversa com o Diário dá dicas e conselhos para quem deseja se aventurar mundo a fora

Vanessa Soares Oliveira

29/12/2016 | 07:00


Explorar lugares é um dos hobbies prediletos de muita gente. Nada traz mais conhecimento geográfico, gastronômico, cultural e de vida mesmo do que estar imerso em um local desconhecido. E está chegando um ano novinho em folha para investir neste prazer. São 365 novas oportunidades de fazer as malas e partir. O goiano Igor Galli, 35 anos, entende bem do assunto. Ele faz isso profissionalmente há 13 anos e já visitou mais de 150 países.

Considerado o brasileiro e latino-americano mais viajado do mundo, de acordo com o site The Best Travelled, em conversa com o Diário, o turismólogo (título adquirido aos 22) – e autor do livro As Melhores Atrações Culturais do Mundo (Ed. Kelps, 364 págs, R$ 100, em média) – resumiu o que de mais importante é preciso ter para embarcar na próxima aventura: coragem. “Não é só dinheiro. Dinheiro vai dar conforto, mas precisa ter coragem. Você pode ter uma barraca, uma bicicleta e consegue se virar. Dinheiro gera praticidade, mas não é tudo”, afirma.

Entre os lugares favoritos no mundo, Galli diz sem pestanejar que o Sudeste asiático – formado por países como Camboja, Filipinas, Indonésia, Malásia, Mianmar, Singapura, Timor-Leste, Tailândia, Vietnã, entre outros – é o primeiro da lista. “É barato, o clima é tropical e a comida, boa. A junção disso faz ser a região predileta de muitos viajantes”, garante.

Desde dezembro de 2015 Galli está no Brasil e pretende permanecer ‘em casa’ até 2018 tocando projetos pessoais, entre eles o lançamento do livro As Maiores Atrações Naturais do Mundo, que deve chegar em 2017. Muitas histórias vividas nas viagens estão registradas em suas obras, como quando se casou com uma aborígene australiana (ela morreu em acidente aéreo) e quando se perdeu em uma trilha na Noruega.

E se engana quem pensa que só porque ele está no Brasil deixou de viajar. Por aqui, Galli deu um pulinho na Chapada Diamantina, Aracaju, João Pessoa, Pantanal, Chapada dos Guimarães, Jalapão, Bonito, além da Praia de Pipa, Fortaleza , Jericoacoara, Fernando de Noronha e São Paulo.

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