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Braga minimiza saída de Roger antes do embarque


Nelson Cilo
Do Diário do Grande ABC

05/04/2006 | 08:40


Alguns contratempos tumultuaram terça-feira o vôo do Corinthians para o confronto diante do Universidad Catolica, às 22h30 de quinta-feira (horário de Brasília), na casa dos chilenos. Uma eventual derrota poderia complicar as chances do alvinegro de alcançar a próxima fase da Copa Libertadores. “Não adianta só correr muito. É preciso atuar bem e mostrar muita raça”, sugeriu Mascherano, que já defendeu o River Plate no torneio sul-americano.

O meia Roger apareceu bem atrasado – uns 40 minutos – para o embarque no Aeroporto de Cumbica, a exemplo do volante Renato e dos atacantes Rafael Moura e Nilmar. Todos precisaram utilizar um táxi porque não saíram do Parque São Jorge no ônibus que transportou a delegação até Guarulhos. Como chegaram em cima do horário – a decolagem seria às 9h10 – os quatro escaparam da imprensa. Alguns repórteres ainda tentaram ouvir Roger. “Saiam da frente! Não sou o Lula. Olha lá o Lula (presidente da República)”, reagiu.

Apesar de tudo, Braga, ao contrário de Daniel Passarella, mostrou mais sutileza ao se referir ao afastamento do ex-titular. “Gosto do jeito do Carlos Alberto. Ele corre muito, luta, preenche os espaços no meio e se impõe no setor”, elogiou. Carlos Alberto revelou humildade: “Se eu ganhar a posição, quero continuar muito amigo dele. Sempre torci pelo sucesso dele”, lembra.

Braga procurou assumir uma postura bastante discreta ao comentar o caso Roger. Ou da primeira crise vivida como técnico do Corinthians. “Se uma família enfrenta problemas graves, ela evita falar para os vizinhos. Às vezes, nem os parentes tomam conhecimento. É assim que conversaremos. Não sou um treinador chucro, que trata mal o subordinado. Sou educado até para substituir alguém. Eu estranharia se ele não ficasse irritado. Prefiro quem queira entrar em campo. O Roger é um atleta de garra. Isso é bom”, alivia.

Mais do que as previsíveis reações de Roger, o técnico Ademar Braga parecia um tanto apreensivo diante da ausência de Marcus Vinícius. O melhor cabeceador e o mais alto zagueiro do time (1,85m) sofreu uma contusão muscular na coxa esquerda e não pôde seguir para o Chile. Braga confirmou Betão e Wendell.

Rodrigo – O presidente da MSI, Kia Joorabchian, disse terça-feira que faltam pequenos detalhes para que ele possa anunciar a contratação de Rodrigo (ex-São Paulo). O zagueiro, já liberado pelo Dinamo de Kiev, concluiu os exames médicos, mas o Corinthians deve apresentá-lo provavelmente sábado. Segundo Kia, a idéia é assinar um compromisso de quatro ou cinco anos. Enquanto isso, não há uma data prevista para o fim da novela Marcelinho Carioca. Quanto ao atacante Nilmar, que se valorizou demais, Kia não parece disposto a pagar os 10 milhões de euros estipulados pelo Lyon. O prazo determinado pelos franceses para o depósito do dinheiro acaba no dia 15 de maio. “Temos a prioridade. Vamos aguardar”, concluiu Kia.


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