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Vânia Bastos canta Clube da Esquina no Sesc


Mauro Fernando
Do Diário do Grande ABC

02/08/2002 | 21:38


Dona de uma das vozes mais belas da música popular brasileira, Vânia Bastos se coloca neste sábado, no Sesc Santo André, à disposição do Clube da Esquina, a turma de músicos mineiros que inclui Milton Nascimento, Lô Borges e Beto Guedes. A cantora, que começou sua carreira nos anos 80 com Arrigo Barnabé – com os antológicos LPs Clara Crocodilo e Tubarões Voadores – apresenta canções do CD Vânia Bastos Canta Clube da Esquina a partir das 20h30.

Tiago Costa (piano) e um quarteto de cordas (dois violinos, viola e violoncelo) acompanham a cantora no show. O repertório contém O Trem Azul (Lô Borges/Ronaldo Bastos), Paisagem da Janela (Lô Borges/Fernando Brant) e Um Girassol da Cor de Seu Cabelo (Lô Borges/Márcio Borges), que estão no CD. Além delas, Vânia canta Paulista (Eduardo Gudin/Costa Netto), uma das mais significativas da sua carreira.

“É uma apresentação camerística, mais calma que a turnê do disco Belas e Feras. As músicas estão do jeitinho que são no CD”, diz a cantora. Vânia Bastos Canta Clube da Esquina é um álbum que destaca voz e poesia. “De fato, os arranjos diferentes (de Luiz Avellar) permitem perceber detalhes das melodias e das letras que eu mesma não tinha percebido quando ouvi os originais pela primeira vez”, afirma.

A voz límpida e cristalina de Vânia combina perfeitamente com a proposta suave do CD. A cantora sabe que não faz sentido regravar clássicos da MPB com arranjos semelhantes. “É um trabalho delicado, tanto na maneira de cantar como na de tocar piano. Pensamos em como refazer uma obra que já nasceu pronta e resolvemos fazer uma coisa oposta”, diz. O disco foi gravado em três dias, ao vivo no estúdio, depois de cinco dias de ensaios.

“As cordas (que não aparecem em todas as canções) dão um sabor a mais”, afirma Vânia. Há situações no show em que a voz delicada dá vez a uma pesada. “Estudei música erudita, conheço técnica. Minha voz tem o elemento suave, mas também recursos para fazer uma coisa mais pesada. Também gosto de cantar com banda, como em Belas e Feras. Num show no Sesc Pompéia, uma criança falou que ora cantava fraquinho e ora forte”, diz.

Vânia Bastos – Show de música popular brasileira. Sábado, às 20h30. No Sesc Santo André – r. Tamarutaca, 302, Santo André. Tel.: 4469-1250. Ingr.: R$ 12, R$ 9 (usuários matriculados) e R$ 6 (comerciários matriculados).



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Vânia Bastos canta Clube da Esquina no Sesc

Mauro Fernando
Do Diário do Grande ABC

02/08/2002 | 21:38


Dona de uma das vozes mais belas da música popular brasileira, Vânia Bastos se coloca neste sábado, no Sesc Santo André, à disposição do Clube da Esquina, a turma de músicos mineiros que inclui Milton Nascimento, Lô Borges e Beto Guedes. A cantora, que começou sua carreira nos anos 80 com Arrigo Barnabé – com os antológicos LPs Clara Crocodilo e Tubarões Voadores – apresenta canções do CD Vânia Bastos Canta Clube da Esquina a partir das 20h30.

Tiago Costa (piano) e um quarteto de cordas (dois violinos, viola e violoncelo) acompanham a cantora no show. O repertório contém O Trem Azul (Lô Borges/Ronaldo Bastos), Paisagem da Janela (Lô Borges/Fernando Brant) e Um Girassol da Cor de Seu Cabelo (Lô Borges/Márcio Borges), que estão no CD. Além delas, Vânia canta Paulista (Eduardo Gudin/Costa Netto), uma das mais significativas da sua carreira.

“É uma apresentação camerística, mais calma que a turnê do disco Belas e Feras. As músicas estão do jeitinho que são no CD”, diz a cantora. Vânia Bastos Canta Clube da Esquina é um álbum que destaca voz e poesia. “De fato, os arranjos diferentes (de Luiz Avellar) permitem perceber detalhes das melodias e das letras que eu mesma não tinha percebido quando ouvi os originais pela primeira vez”, afirma.

A voz límpida e cristalina de Vânia combina perfeitamente com a proposta suave do CD. A cantora sabe que não faz sentido regravar clássicos da MPB com arranjos semelhantes. “É um trabalho delicado, tanto na maneira de cantar como na de tocar piano. Pensamos em como refazer uma obra que já nasceu pronta e resolvemos fazer uma coisa oposta”, diz. O disco foi gravado em três dias, ao vivo no estúdio, depois de cinco dias de ensaios.

“As cordas (que não aparecem em todas as canções) dão um sabor a mais”, afirma Vânia. Há situações no show em que a voz delicada dá vez a uma pesada. “Estudei música erudita, conheço técnica. Minha voz tem o elemento suave, mas também recursos para fazer uma coisa mais pesada. Também gosto de cantar com banda, como em Belas e Feras. Num show no Sesc Pompéia, uma criança falou que ora cantava fraquinho e ora forte”, diz.

Vânia Bastos – Show de música popular brasileira. Sábado, às 20h30. No Sesc Santo André – r. Tamarutaca, 302, Santo André. Tel.: 4469-1250. Ingr.: R$ 12, R$ 9 (usuários matriculados) e R$ 6 (comerciários matriculados).

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