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Ciro rebate denúncias sobre indicação de secretário-executivo


Do Diário OnLine

16/01/2003 | 10:00


O ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes, rebateu as críticas sobre a indicação de Márcio Araújo de Lacerda, o maior doador em pessoa física de sua campanha à presidência da República, para o cargo de secretário-executivo de sua pasta. Para o ministro, a nomeação não é antiética e foi feita de acordo com todas as exigências legais.

Ciro afirmou que ele e o seu novo secretário rebaterão as acusações com “um exemplo de ética”. “O fato de ele (Lacerda) contribuir é legal, não há nada de antiético nisso. E a atividade empresarial do secretário-executivo é na área de telecomunicações. Não há nenhum interesse na parte de integração”, afirmou em entrevista ao Bom Dia Brasil, da Rede Globo.

O ministro também negou que tenha rompido com o presidente do PPS, senador Roberto Freire. “Essas fofocas não procedem. Tenho o maior apreço pelo senador.”

Mais uma vez, o ministro colocou como prioridade de sua pasta volta da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e do Nordeste (Sudene), extintas no governo Fernando Henrique Cardoso após sucessivas denúncias de corrupção.

“Nunca tinha visto algo tão grosseiro em matéria de corrupção, mas o órgão não é culpado por isso”, disse. “Vamos recuperar os órgãos mas não vamos fazer uma volta ao passado. Vamos aprender com os erros e preparar o país para um crescimento mais harmônico, mais integrado para diminuir a pobreza”, completou.

Ciro admitiu também dar uma atenção especial à região Centro-Oeste. Ele revelou que já existe uma secretaria especial em seu ministério com essa finalidade. “O problema do Centro-Oeste é estrutural”, sustentou.

Novo visual — Ciro, que depois da disputa presidencial deixou a barba crescer, brincou nesta quinta-feira ao ser questionado pelo motivo do novo visual. “Deixei sem razão nenhuma. É um sintoma de libertação espiritual. As pessoas até brincaram comigo que eu deixei a barba crescer para ganhar um empreguinho. Deu certo”, disse, sorrindo.



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Ciro rebate denúncias sobre indicação de secretário-executivo

Do Diário OnLine

16/01/2003 | 10:00


O ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes, rebateu as críticas sobre a indicação de Márcio Araújo de Lacerda, o maior doador em pessoa física de sua campanha à presidência da República, para o cargo de secretário-executivo de sua pasta. Para o ministro, a nomeação não é antiética e foi feita de acordo com todas as exigências legais.

Ciro afirmou que ele e o seu novo secretário rebaterão as acusações com “um exemplo de ética”. “O fato de ele (Lacerda) contribuir é legal, não há nada de antiético nisso. E a atividade empresarial do secretário-executivo é na área de telecomunicações. Não há nenhum interesse na parte de integração”, afirmou em entrevista ao Bom Dia Brasil, da Rede Globo.

O ministro também negou que tenha rompido com o presidente do PPS, senador Roberto Freire. “Essas fofocas não procedem. Tenho o maior apreço pelo senador.”

Mais uma vez, o ministro colocou como prioridade de sua pasta volta da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e do Nordeste (Sudene), extintas no governo Fernando Henrique Cardoso após sucessivas denúncias de corrupção.

“Nunca tinha visto algo tão grosseiro em matéria de corrupção, mas o órgão não é culpado por isso”, disse. “Vamos recuperar os órgãos mas não vamos fazer uma volta ao passado. Vamos aprender com os erros e preparar o país para um crescimento mais harmônico, mais integrado para diminuir a pobreza”, completou.

Ciro admitiu também dar uma atenção especial à região Centro-Oeste. Ele revelou que já existe uma secretaria especial em seu ministério com essa finalidade. “O problema do Centro-Oeste é estrutural”, sustentou.

Novo visual — Ciro, que depois da disputa presidencial deixou a barba crescer, brincou nesta quinta-feira ao ser questionado pelo motivo do novo visual. “Deixei sem razão nenhuma. É um sintoma de libertação espiritual. As pessoas até brincaram comigo que eu deixei a barba crescer para ganhar um empreguinho. Deu certo”, disse, sorrindo.

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