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Ensino a distância possibilita estudo dinâmico para alunos da região


Nelson Donato
Especial para o Diário

08/11/2016 | 07:00


 Cada vez mais dinâmico e tecnológico, o EAD (Ensino a Distância) tem ganhado espaço em universidades do Grande ABC. Segundo especialistas, a alta procura está diretamente relacionada à evolução das plataformas oferecidas pelas instituições de ensino, que, além de aproximar estudantes e professores, tem contribuído para a assimilação do conteúdo didático.

Apesar do boom do ensino a distância ter acontecido a partir dos anos 2000, o EAD não é uma novidade. No Brasil, as primeiras aulas nesta modalidade aconteceram em 1939, promovidas pelo Instituto Monitor, que na época enviava apostila para os estudantes, que, após resolvê-las, recebiam os devidos certificados.

Mesmo com as aparentes vantagens, especialistas alertam sobre os cuidados com o ensino a distância. “A independência dos alunos faz com que eles possam estipular seus horários. Outro fator que contribui é a forma como a atual geração foi criada. Eles nasceram na era da internet e por isso têm mais facilidade para aprender sem a presença de um professor. Porém, tudo isso é um desafio, pois é preciso se organizar e montar um plano para não perder a condução do curso”, explica o coordenador acadêmico da Saint Paul Escola de Negócios, José Renato Jardim.

Conforme Jardim, a tendência é que a procura pelo o EAD se acentue nos próximos anos. “O alcance do EAD é muito maior (do que pensamos). Acredito que seja uma tendência natural a mistura entre o EAD e a graduação presencial. No entanto, é preciso estar atento ao fazer a matrícula. É importante buscar instituições com selo de qualidade do MEC (Ministério da Educação) e que tenham boas referências”, alerta.

O ensino a distância foi opção da estudante do 7º semestre de Pedagogia da Anhanguera de São Bernardo Leda Cristina Contreras Martins, 27 anos. Ela escolheu a modalidade depois de desistir de curso presencial de Administração. “Eu gosto mais do EAD. Dá certa liberdade para nós e na minha opinião é mais fácil para se estudar. Posso dividir as matérias e as plataformas oferecidas facilitam o aprendizado. Posso assistir aos vídeos ou acessar os fóruns com os conteúdos ministrados pela tutora.”

Outro fator que contribuiu para a escolha de Leda foi o valor da mensalidade, quase 50% mais barata que a do curso presencial. “Isso (a mensalidade) pesou bastante. Quando iniciei o curso, o EAD estava quase metade do preço. Se com os reajustes ao longo da graduação a distância já fica difícil de pagar, imagina no ensino comum. Creio que eu já teria desistido.”

No entanto, apesar das aparentes vantagens, os cursos não presenciais registram altos índices de desistência. “Segundo estudos da Abed (Associação Brasileira do Ensino a Distância)</CF>, a taxa de evasão da graduação não presencial beira os 40%, é por isso que novamente ressalto a importância de pensar bem nas escolhas.”

 



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