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São Caetano entra em ‘quarentena’


Renan Cacioli
Do Diário do Grande ABC

19/09/2005 | 08:33


Para o torcedor do São Caetano, o último 10 de agosto foi dia de festa na cidade. A vitória por 3 a 2 sobre o Atlético Paranaense, no Anacleto Campanella, teve direito até a gol de bicicleta do volante Claudecir. O lado ruim do fato: foi exatamente neste dia que a torcida do Azulão sentiu o gostinho de vitória no Campeonato Brasileiro pela última vez. De lá para cá, foram um empate e seis derrotas, a última, sábado, diante do Flamengo. Quarta-feira, quando pisar novamente no gramado do seu estádio, o time do técnico Jair Picerni terá pela frente o Figueirense e um jejum de 40 dias sem somar três pontos no Nacional.

Após o tropeço de sábado, no estádio Luso-Brasileiro, na Ilha do Governador (RJ), Picerni – que fazia sua reestréia pelo São Caetano – percebeu que a confiança de seus comandados está em baixa. "Seqüência de derrotas desmoralizante" foi a maneira que o treinador achou para classificar mais um resultado negativo de um grupo que, pela primeira vez desde que despontou no cenário do futebol nacional, se vê cada vez mais próximo da zona da degola.

"É uma situação constrangedora", setenciou o atacante Dimba, que ao lado do capetinha Edílson não conseguiu furar o bloqueio rubro-negro. Problemas à vista? Após o Figueira, em casa, o Azulão visita o Brasiliense, na Boca do Jacaré, recebe o Atlético Mineiro (que luta desesperadamente para fugir do rebaixamento), vai até a Vila encarar o Santos e segue para Campinas, onde mede forças com a Ponte Preta. Pelo visto, ou Picerni encontra rapidamente o antídoto para tirar seu elenco da letargia de vitórias, ou a quarentena do São Caetano poderá levar o time para a UTI do Brasileirão – de onde, vide Flamengo, Paysandu e Galo Mineiro, a cada rodada que passa fica mais difícil sair.



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São Caetano entra em ‘quarentena’

Renan Cacioli
Do Diário do Grande ABC

19/09/2005 | 08:33


Para o torcedor do São Caetano, o último 10 de agosto foi dia de festa na cidade. A vitória por 3 a 2 sobre o Atlético Paranaense, no Anacleto Campanella, teve direito até a gol de bicicleta do volante Claudecir. O lado ruim do fato: foi exatamente neste dia que a torcida do Azulão sentiu o gostinho de vitória no Campeonato Brasileiro pela última vez. De lá para cá, foram um empate e seis derrotas, a última, sábado, diante do Flamengo. Quarta-feira, quando pisar novamente no gramado do seu estádio, o time do técnico Jair Picerni terá pela frente o Figueirense e um jejum de 40 dias sem somar três pontos no Nacional.

Após o tropeço de sábado, no estádio Luso-Brasileiro, na Ilha do Governador (RJ), Picerni – que fazia sua reestréia pelo São Caetano – percebeu que a confiança de seus comandados está em baixa. "Seqüência de derrotas desmoralizante" foi a maneira que o treinador achou para classificar mais um resultado negativo de um grupo que, pela primeira vez desde que despontou no cenário do futebol nacional, se vê cada vez mais próximo da zona da degola.

"É uma situação constrangedora", setenciou o atacante Dimba, que ao lado do capetinha Edílson não conseguiu furar o bloqueio rubro-negro. Problemas à vista? Após o Figueira, em casa, o Azulão visita o Brasiliense, na Boca do Jacaré, recebe o Atlético Mineiro (que luta desesperadamente para fugir do rebaixamento), vai até a Vila encarar o Santos e segue para Campinas, onde mede forças com a Ponte Preta. Pelo visto, ou Picerni encontra rapidamente o antídoto para tirar seu elenco da letargia de vitórias, ou a quarentena do São Caetano poderá levar o time para a UTI do Brasileirão – de onde, vide Flamengo, Paysandu e Galo Mineiro, a cada rodada que passa fica mais difícil sair.

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