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Peugeot aposta nos compactos


Eric Fujita
Enviado especial ao Rio de Janeiro

17/11/2005 | 08:25


De olho no aumento das vendas, o grupo francês PSA Peugeot Citroën irá concentrar a produção de veículos no segmento compacto – conhecidos como populares – em sua fábrica brasileira, em Porto Real (RJ). O objetivo principal é bem claro: ganhar ainda mais a participação no mercado interno brasileiro. Hoje, a multinacional abrange 4,6% da fatia total do que comercializado no país, envolvendo as duas marcas mantidas pelo conglomerado.

A nova estratégia foi anunciada quarta-feira pelo presidente mundial da PSA Peugeot Citroën, Jean-Martin Folz, em evento da montadora no Rio de Janeiro. Na ocasião, a empresa divulgou o balanço dos cinco anos da companhia no Brasil, desde o início da implantação da única unidade fabril do grupo no país, que também atende as operações para o Mercosul.

No entanto, Folz evitou dar maiores detalhes de produção e se ocorrerão lançamentos de novos produtos dentro do segmento compacto. O foco nas vendas nesse setor faz parte do plano da montadora de investimentos na ampliação da produção da fábrica até 2008.

“Tanto que estamos usando como base duas plataformas de veículos para atender a tendência do mercado brasileiro”, destacou Folz, ao se referir sobre os modelos 206, da marca Peugeot, e o C3 (Citroën). Além desses dois modelos, o grupo também monta a versão wagon do 206, a SW, e o Xsara Picasso. Esse último entra na versão monovolume.

Além da multinacional francesa, outras montadoras – em especial as sediadas no Grande ABC – prometem novos modelos sintonizados no segmento popular. A General Motors, por exemplo, lança um novo produto em 2007 que será fabricado na unidade de Gravataí (RS). A Ford anunciou um outro modelo compacto a ser montado em 2008 na fábrica de São Bernardo.

O crescimento do grupo no país é consistente: passou de 2,1% de participação no mercado interno para 4,6% atualmente, envolvendo os dez últimos meses do ano. A previsão é de que 80 mil veículos das marcas Peugeot e Citroën sejam vendidos este ano no país. A produção estimada para o ano é de 92 mil unidades.

“Isso mostra que a implantação de uma fábrica no Brasil foi estratégica e importante para atender o país e também o Mercosul”, disse o presidente mundial do grupo.

A multinacional também prevê a criação do terceiro turno de produção da fábrica com a meta de ampliar a participação com os compactos. Existe a previsão de a empresa antecipar as contratações de 700 trabalhadores para o final de 2006. Antes, as admissões ocorreriam em 2008. A unidade conta com 1,6 mil funcionários próprios.

O repórter viajou a convite da PSA Peugeot Citroën


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Peugeot aposta nos compactos

Eric Fujita
Enviado especial ao Rio de Janeiro

17/11/2005 | 08:25


De olho no aumento das vendas, o grupo francês PSA Peugeot Citroën irá concentrar a produção de veículos no segmento compacto – conhecidos como populares – em sua fábrica brasileira, em Porto Real (RJ). O objetivo principal é bem claro: ganhar ainda mais a participação no mercado interno brasileiro. Hoje, a multinacional abrange 4,6% da fatia total do que comercializado no país, envolvendo as duas marcas mantidas pelo conglomerado.

A nova estratégia foi anunciada quarta-feira pelo presidente mundial da PSA Peugeot Citroën, Jean-Martin Folz, em evento da montadora no Rio de Janeiro. Na ocasião, a empresa divulgou o balanço dos cinco anos da companhia no Brasil, desde o início da implantação da única unidade fabril do grupo no país, que também atende as operações para o Mercosul.

No entanto, Folz evitou dar maiores detalhes de produção e se ocorrerão lançamentos de novos produtos dentro do segmento compacto. O foco nas vendas nesse setor faz parte do plano da montadora de investimentos na ampliação da produção da fábrica até 2008.

“Tanto que estamos usando como base duas plataformas de veículos para atender a tendência do mercado brasileiro”, destacou Folz, ao se referir sobre os modelos 206, da marca Peugeot, e o C3 (Citroën). Além desses dois modelos, o grupo também monta a versão wagon do 206, a SW, e o Xsara Picasso. Esse último entra na versão monovolume.

Além da multinacional francesa, outras montadoras – em especial as sediadas no Grande ABC – prometem novos modelos sintonizados no segmento popular. A General Motors, por exemplo, lança um novo produto em 2007 que será fabricado na unidade de Gravataí (RS). A Ford anunciou um outro modelo compacto a ser montado em 2008 na fábrica de São Bernardo.

O crescimento do grupo no país é consistente: passou de 2,1% de participação no mercado interno para 4,6% atualmente, envolvendo os dez últimos meses do ano. A previsão é de que 80 mil veículos das marcas Peugeot e Citroën sejam vendidos este ano no país. A produção estimada para o ano é de 92 mil unidades.

“Isso mostra que a implantação de uma fábrica no Brasil foi estratégica e importante para atender o país e também o Mercosul”, disse o presidente mundial do grupo.

A multinacional também prevê a criação do terceiro turno de produção da fábrica com a meta de ampliar a participação com os compactos. Existe a previsão de a empresa antecipar as contratações de 700 trabalhadores para o final de 2006. Antes, as admissões ocorreriam em 2008. A unidade conta com 1,6 mil funcionários próprios.

O repórter viajou a convite da PSA Peugeot Citroën

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