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Felipão rejeita propostas do Corinthians/MSI


Raphael Ramos
Do Diário do Grande ABC

12/05/2005 | 09:11


Desde que a MSI tornou-se parceira do Corinthians, Kia Joorabchian, além da negativa de Vanderlei Luxemburgo e Emerson Leão, também recebeu um não de Luiz Felipe Scolari para comandar a equipe. O iraniano ainda insistiu mais duas vezes e obteve a mesma resposta. “Encontrei o Kia no aeroporto e conversamos. Ele é um cara legal, bem relacionado, conhece as coisas. E me perguntou: ‘Aí Felipe, quer vir’. Respondi: ‘Não, muito obrigado’, revelou o treinador da seleção portuguesa, quarta-feira à tarde, na gravação do programa Roda Viva, da TV Cultura. “Ele (Kia) ainda mandou recado duas vezes por meio de empresários portugueses”, afirmou.

Felipão veio ao Brasil domingo. No dia seguinte, recebeu uma homenagem em Porto Alegre como um dos maiores zagueiros do Rio Grande. Ministrou algumas palestras, mas nesta quinta-feira pela manhã concede entrevista coletiva e à noite volta para Portugal.

A vinda do treinador ao país deu força às especulações de que ele seria o substituto de Daniel Passarella no comando do Corinthians. “Hoje (quarta-feira), às oito da manhã tinha uma repórter na porta do hotel para me perguntar sobre isso. Pensei em fazer uma brincadeira e dizer para ela me encontrar às 10h no Parque São Jorge. Mas isso ia acabar causando um rebuliço danado”, disse.

No entanto, Felipão comentou sobre a atuação situação do alvinegro e disse não acreditar que os jogadores tenham tentado boicotar Daniel Passarella. “Falar que o cara errou o pênalti de propósito, isso não existe. O cara que faz isso tem de ser fuzilado”, disse. “O jogador pode querer derrubar o técnico, mas de outras formas. Ele não treina com afinco, entra em campo sem motivação. Se der, deu; se não der, não deu”, afirmou.

O treinador aproveitou para negar qualquer intenção de retornar ao Brasil. “Por três ou quatro anos não me esperam de volta”, disse. E ainda confessou que sente mais saudades de Portugal que do Brasil. “Passo três, quatro dias longe de Portugal e tenho de voltar correndo. Tenho saudades da minha família, dos amigos que estão lá”.

Felipão tem contrato com a seleção portuguesa até o final da Copa do Mundo e, mesmo depois do torneio, tem planos para continuar na Europa. De acordo com o treinador, não há nada acertado para ele se transferir para o Barcelona após o Mundial da Alemanha. “O único contato que tive com eles foi quando foram contratar o Belletti e o Deco e pediram minha opinião”, afirmou.

Nem sobre uma possível vinda para algum clube brasileiro, Felipão esboça qualquer tipo de especulação. “Pela Olga (esposa), eu tinha de treinar o São Paulo e o Inter”, disse. “Mas ela é sempre do contra”, resumiu.



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Felipão rejeita propostas do Corinthians/MSI

Raphael Ramos
Do Diário do Grande ABC

12/05/2005 | 09:11


Desde que a MSI tornou-se parceira do Corinthians, Kia Joorabchian, além da negativa de Vanderlei Luxemburgo e Emerson Leão, também recebeu um não de Luiz Felipe Scolari para comandar a equipe. O iraniano ainda insistiu mais duas vezes e obteve a mesma resposta. “Encontrei o Kia no aeroporto e conversamos. Ele é um cara legal, bem relacionado, conhece as coisas. E me perguntou: ‘Aí Felipe, quer vir’. Respondi: ‘Não, muito obrigado’, revelou o treinador da seleção portuguesa, quarta-feira à tarde, na gravação do programa Roda Viva, da TV Cultura. “Ele (Kia) ainda mandou recado duas vezes por meio de empresários portugueses”, afirmou.

Felipão veio ao Brasil domingo. No dia seguinte, recebeu uma homenagem em Porto Alegre como um dos maiores zagueiros do Rio Grande. Ministrou algumas palestras, mas nesta quinta-feira pela manhã concede entrevista coletiva e à noite volta para Portugal.

A vinda do treinador ao país deu força às especulações de que ele seria o substituto de Daniel Passarella no comando do Corinthians. “Hoje (quarta-feira), às oito da manhã tinha uma repórter na porta do hotel para me perguntar sobre isso. Pensei em fazer uma brincadeira e dizer para ela me encontrar às 10h no Parque São Jorge. Mas isso ia acabar causando um rebuliço danado”, disse.

No entanto, Felipão comentou sobre a atuação situação do alvinegro e disse não acreditar que os jogadores tenham tentado boicotar Daniel Passarella. “Falar que o cara errou o pênalti de propósito, isso não existe. O cara que faz isso tem de ser fuzilado”, disse. “O jogador pode querer derrubar o técnico, mas de outras formas. Ele não treina com afinco, entra em campo sem motivação. Se der, deu; se não der, não deu”, afirmou.

O treinador aproveitou para negar qualquer intenção de retornar ao Brasil. “Por três ou quatro anos não me esperam de volta”, disse. E ainda confessou que sente mais saudades de Portugal que do Brasil. “Passo três, quatro dias longe de Portugal e tenho de voltar correndo. Tenho saudades da minha família, dos amigos que estão lá”.

Felipão tem contrato com a seleção portuguesa até o final da Copa do Mundo e, mesmo depois do torneio, tem planos para continuar na Europa. De acordo com o treinador, não há nada acertado para ele se transferir para o Barcelona após o Mundial da Alemanha. “O único contato que tive com eles foi quando foram contratar o Belletti e o Deco e pediram minha opinião”, afirmou.

Nem sobre uma possível vinda para algum clube brasileiro, Felipão esboça qualquer tipo de especulação. “Pela Olga (esposa), eu tinha de treinar o São Paulo e o Inter”, disse. “Mas ela é sempre do contra”, resumiu.

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