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‘Trabalho será elevar patamar de Rio Grande', diz Maranhão

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Leandro Baldini
Do Diário do Grande

04/10/2016 | 07:00


Qual avaliação que o sr. faz do processo eleitoral, cujo desfecho o reconduziu para um mandato de mais quatro anos, com votação de 45,47% dos votos válidos?

Fiquei muito feliz com reconhecimento. Tenho certeza que a vitória veio porque a população entendeu que fomos para as ruas debater e apresentar propostas. Nada de campanha agressiva e ataques. Aproveito para agradecer toda a equipe de trabalho na eleição, que fugiu desse tipo de postura. Junto com essa felicidade vem a responsabilidade. Tivemos muita dificuldade neste primeiro governo, por conta da crise econômica, tenho esperança que o cenário melhore para conseguirmos avançar nos projetos.


Pelo segundo pleito consecutivo o sr. teve novamente o PT, com o candidato Claudinho da Geladeira, como principal adversário. Acredita que a crise sofrida pelo rival tenha contribuído com sua vitória?

Desde o início do período eleitoral nosso trabalho foi pautar propostas para a cidade, fora de ataques ou acusações a rivais. A população está cansada disso. O morador de cada cidade busca identificar quem pode ser gestor. Aqui na nossa cidade todos são criteriosos, reconhecem quem trabalha e se esforça. Minha vitória foi por esse reconhecimento, acima de questão partidária. Se o governo tivesse falhado não teríamos conseguido nos reeleger nem ter feito a maioria dos candidatos a vereador da nossa aliança (dos 13 parlamentares de Rio Grande da Serra, dez foram eleitos pela coligação do tucano).

Na eleição passada, o sr. era muito destacado por ser um projeto de indicação do ex-prefeito Adler Kiko Teixeira (PSB), hoje eleito em Ribeirão Pires. O sr. acredita que não verá sua imagem política atrelada à de Kiko?

Sou muito grato ao Kiko por toda ajuda que me proporcionou ao longo da vida. Tenho muito orgulho de ter feito parte de seu grupo político, secretariado e depois ter recebido a indicação para continuar o projeto de Rio Grande. Nesta eleição, estive à frente da defesa do mandato, de todo o trabalho feito (de 16 anos consecutivos). Foi uma experiência muito boa e que acabou, assim como o Kiko, aprovada pela população de Rio Grande.

Agora reeleito, quais serão suas primeiras ações?
Antes de pensar nos planos do ano que vem é necessário pensar e voltar esforços para esses últimos três meses do ano. Temos muitos projetos em andamento e vamos procurar fechar as contas da melhor forma possível. Na segunda-feira, já reassumo minha função (se licenciou no mês passado para se dedicar à campanha).

O que pretende colocar em prática como prioridade a partir do próximo ano?
Nossa campanha foi pautada por três eixos. A prestação de contas do nosso governo, propostas para o futuro e ouvir a população. Aprendemos muito desta maneira. A Saúde e a Educação foram os pontos mais citados. Nestes dois setores temos propostas. O esforço será muito grande para a chegada da primeira maternidade. Já conseguimos avançar muito neste assunto. Fui para Brasília para levar a ideia do projeto do CPN, o Centro do Parto Normal. Será um espaço para mulher na antiga UBS (Unidade Básica de Saúde) Central, que vai disponibilizar ginecologista, pediatra, psicóloga, nutricionista e professora de Educação Física para acompanhar a paciente desde a gestação até o pós-parto. Vamos instalar um AME (Ambulatório Médico de Especialidades). E na Educação, o foco será para aquisição de uniformes e ampliar a creche da Vila Conde Siciliano. Além de muitos outros planos. Não deixaremos também o trabalho para transformar a cidade em estância turística. Mas isso será mais a longo prazo, porque não depende somente da Prefeitura. Outra ação é continuar realizando manutenção de todos os patrimônios públicos.

Como o sr. analisa o fim do primeiro governo e como pretende marcar o segundo?
Foi um período muito bom de efetivação de muitas coisas, como o Parque Linear (localizado na Avenida José Bello), a chegada da UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) 24 horas e os importantes avanços na mobilidade. Agora, para este segundo governo, o trabalho será para elevar o patamar da cidade. Deixando esse estigma de dormitório e se transformando em mais atrativa. Temos muito potencial e muitas riquezas que precisamos adequar para permitir melhor visibilidade da cidade. 



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‘Trabalho será elevar patamar de Rio Grande', diz Maranhão

Leandro Baldini
Do Diário do Grande

04/10/2016 | 07:00


Qual avaliação que o sr. faz do processo eleitoral, cujo desfecho o reconduziu para um mandato de mais quatro anos, com votação de 45,47% dos votos válidos?

Fiquei muito feliz com reconhecimento. Tenho certeza que a vitória veio porque a população entendeu que fomos para as ruas debater e apresentar propostas. Nada de campanha agressiva e ataques. Aproveito para agradecer toda a equipe de trabalho na eleição, que fugiu desse tipo de postura. Junto com essa felicidade vem a responsabilidade. Tivemos muita dificuldade neste primeiro governo, por conta da crise econômica, tenho esperança que o cenário melhore para conseguirmos avançar nos projetos.


Pelo segundo pleito consecutivo o sr. teve novamente o PT, com o candidato Claudinho da Geladeira, como principal adversário. Acredita que a crise sofrida pelo rival tenha contribuído com sua vitória?

Desde o início do período eleitoral nosso trabalho foi pautar propostas para a cidade, fora de ataques ou acusações a rivais. A população está cansada disso. O morador de cada cidade busca identificar quem pode ser gestor. Aqui na nossa cidade todos são criteriosos, reconhecem quem trabalha e se esforça. Minha vitória foi por esse reconhecimento, acima de questão partidária. Se o governo tivesse falhado não teríamos conseguido nos reeleger nem ter feito a maioria dos candidatos a vereador da nossa aliança (dos 13 parlamentares de Rio Grande da Serra, dez foram eleitos pela coligação do tucano).

Na eleição passada, o sr. era muito destacado por ser um projeto de indicação do ex-prefeito Adler Kiko Teixeira (PSB), hoje eleito em Ribeirão Pires. O sr. acredita que não verá sua imagem política atrelada à de Kiko?

Sou muito grato ao Kiko por toda ajuda que me proporcionou ao longo da vida. Tenho muito orgulho de ter feito parte de seu grupo político, secretariado e depois ter recebido a indicação para continuar o projeto de Rio Grande. Nesta eleição, estive à frente da defesa do mandato, de todo o trabalho feito (de 16 anos consecutivos). Foi uma experiência muito boa e que acabou, assim como o Kiko, aprovada pela população de Rio Grande.

Agora reeleito, quais serão suas primeiras ações?
Antes de pensar nos planos do ano que vem é necessário pensar e voltar esforços para esses últimos três meses do ano. Temos muitos projetos em andamento e vamos procurar fechar as contas da melhor forma possível. Na segunda-feira, já reassumo minha função (se licenciou no mês passado para se dedicar à campanha).

O que pretende colocar em prática como prioridade a partir do próximo ano?
Nossa campanha foi pautada por três eixos. A prestação de contas do nosso governo, propostas para o futuro e ouvir a população. Aprendemos muito desta maneira. A Saúde e a Educação foram os pontos mais citados. Nestes dois setores temos propostas. O esforço será muito grande para a chegada da primeira maternidade. Já conseguimos avançar muito neste assunto. Fui para Brasília para levar a ideia do projeto do CPN, o Centro do Parto Normal. Será um espaço para mulher na antiga UBS (Unidade Básica de Saúde) Central, que vai disponibilizar ginecologista, pediatra, psicóloga, nutricionista e professora de Educação Física para acompanhar a paciente desde a gestação até o pós-parto. Vamos instalar um AME (Ambulatório Médico de Especialidades). E na Educação, o foco será para aquisição de uniformes e ampliar a creche da Vila Conde Siciliano. Além de muitos outros planos. Não deixaremos também o trabalho para transformar a cidade em estância turística. Mas isso será mais a longo prazo, porque não depende somente da Prefeitura. Outra ação é continuar realizando manutenção de todos os patrimônios públicos.

Como o sr. analisa o fim do primeiro governo e como pretende marcar o segundo?
Foi um período muito bom de efetivação de muitas coisas, como o Parque Linear (localizado na Avenida José Bello), a chegada da UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) 24 horas e os importantes avanços na mobilidade. Agora, para este segundo governo, o trabalho será para elevar o patamar da cidade. Deixando esse estigma de dormitório e se transformando em mais atrativa. Temos muito potencial e muitas riquezas que precisamos adequar para permitir melhor visibilidade da cidade. 

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