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Marquinho sai em defesa de Auricchio e critica Pádua


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

09/11/2010 | 07:04


As acusações de traição do ex-chefe de gabinete na administração Luiz Olinto Tortorello, Antônio de Pádua Tortorello (PTB) direcionadas ao atual chefe do Executivo José Auricchio Júnior (PTB), não foram bem digeridas pelo sobrinho Marquinho e pela cunhada Avelina Romanelli Tortorello.

Componente petebista de ala oposta ao do prefeito-correligionário, o ex-homem-forte do Paço, que pretende lançar seu nome para concorrer ao cargo de prefeito de São Caetano em 2012 pelo PTB, não deve conseguir pleitear a vaga pela legenda e terá de procurar novos rumos para alçar seus voos daqui dois anos.

A mulher do ex-prefeito detonou as declarações de Pádua. "A minha família se resume a mim e meus quatro filhos. O Pádua tem de lavar a boca para falar da gente. Aliás, o Auricchio é mais presente do que ele", revelou.

Para o ex-deputado estadual Marquinho, Pádua não tem o direito de falar em nome dos Tortorello pelo passado de maledicências. "A família Tortorello está aliada ao Auricchio. Vamos caminhar juntos ao prefeito sem nenhum vagabundo, traidor. O Pádua caminha sozinho. Fica fazendo intriga porque não tem prestígio na cidade, é irresponsável. Ele não tem competência para disputar um cargo público, por isso está atirando para qualquer lado. Na minha última campanha para deputado estadual, em 2006, ele foi o coordenador e foi um fiasco."

Segundo Marquinho, Auricchio é solícito sempre que procurado pela família. "Estamos trabalhando, desta vez, com pessoas de grupo, honestas. Ele atende todos os nossos requerimentos. Participamos da administração com sugestões, sem pedir cargos em troca."

 

ESTADUAL

Presidente estadual do PTB, Campos Machado levantou a bandeira do prefeito como líder da sigla no município. "O Auricchio não é apenas um amigo, é o líder do partido na cidade. Ele é quem vai escolher o comandante da chapa que disputará a sucessão. Tenho uma relação estreita de amizade com ele e, como não existe meia gravidez, ele irá determinar as diretrizes da legenda."

Machado ainda desmentiu Pádua em relação à falta de trabalho de Auricchio em reelegê-lo à Assembleia Legislativa - o petebista angariou apenas 1.745 votos em São Caetano. "Ele foi um aliado de primeira hora, um companheiro leal que me ajudou na campanha. O problema se deu em razão da doença do Romeu Tuma, que, por conta disso, coube a mim falar em nome da candidatura dele. Então, não tenho a menor queixa."

Questionado sobre a possibilidade de execução de prévia no PTB para escolher o candidato ao Paço, Machado rechaçou e fez uma comparação, no mínimo, intrigante: "É mais fácil o Brasil mandar um avião para Marte do que haver prévia no partido".

 



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