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Funcionários palestinos começam a receber salários


Da AFP

04/06/2006 | 13:38


Uma parte dos funcionários palestinos, sem salário desde março passado, começou a receber os atrasados neste domingo, anunciaram dirigentes do banco nacional palestino. "Os pagamentos começaram a ser feitos aos que recebem menos de 1,5 mil shekels (US$ 330) ao mês, por meio dos caixas eletrônicos", assegurou um dirigente do banco.

Antes da liberação do pagamento, quatro grupos palestinos, entre eles o braço armado do movimento islâmico radical no poder, Hamas, ameaçaram em um comunicado agir contra as agências bancárias, que estão em dívida com os funcionários da Autoridade Palestina desde março.

"Os bancos nacionais foram criados para servir ao interesse do povo palestino. Se mudaram de função e se tornaram instrumento de discriminação, serão tratados por nós como os que assediam o povo palestino", afirma o texto, assinado, entre outros, pelas Brigadas Ezzedin al-Qassam, braço armado do Hamas. "Não ficaremos em silêncio diante daqueles que fazem nossos filhos passarem fome", acrescenta a nota.

Os funcionários da Autoridade Palestina, cuja folha de pagamento total é de cerca de US$ 120 milhões mensais, estavam sem salário desde março, desde a chegada do Hamas ao poder e a conseqüente suspensão das ajudas financeiras dos ocidentais.



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Funcionários palestinos começam a receber salários

Da AFP

04/06/2006 | 13:38


Uma parte dos funcionários palestinos, sem salário desde março passado, começou a receber os atrasados neste domingo, anunciaram dirigentes do banco nacional palestino. "Os pagamentos começaram a ser feitos aos que recebem menos de 1,5 mil shekels (US$ 330) ao mês, por meio dos caixas eletrônicos", assegurou um dirigente do banco.

Antes da liberação do pagamento, quatro grupos palestinos, entre eles o braço armado do movimento islâmico radical no poder, Hamas, ameaçaram em um comunicado agir contra as agências bancárias, que estão em dívida com os funcionários da Autoridade Palestina desde março.

"Os bancos nacionais foram criados para servir ao interesse do povo palestino. Se mudaram de função e se tornaram instrumento de discriminação, serão tratados por nós como os que assediam o povo palestino", afirma o texto, assinado, entre outros, pelas Brigadas Ezzedin al-Qassam, braço armado do Hamas. "Não ficaremos em silêncio diante daqueles que fazem nossos filhos passarem fome", acrescenta a nota.

Os funcionários da Autoridade Palestina, cuja folha de pagamento total é de cerca de US$ 120 milhões mensais, estavam sem salário desde março, desde a chegada do Hamas ao poder e a conseqüente suspensão das ajudas financeiras dos ocidentais.

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