Fechar
Publicidade

Quarta-Feira, 19 de Fevereiro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Internacional

internacional@dgabc.com.br | 4435-8301

Washington reconhece a soberania da Coréia do Norte


Da AFP

26/07/2005 | 11:20


Os Estados Unidos demonstraram nesta terça-feira o desejo de conciliação e tentaram tranqüilizar a Coréia do Norte durante a abertura, em Pequim, de uma quarta rodada de negociações sobre o programa nuclear norte-coreano, do qual Pyongyang se disse disposto aabandonar.

"Para nós, a soberania da RPDC (República Popular e Democrática da Coréia) é uma realidade", afirmou o subsecretário de Estado americano para o Pacífico e Extremo Oriente, Christopher Hill, que lidera a delegação americana.

O representante dos Estados Unidos confirmou o reconhecimento de Pyongyang como um governo soberano, o que já havia sido feito pela secretária de Estado Condoleezza Rice. Em declaração recente o presidente americano, George W. Bush, chamou o líder norte-coreano de "Senhor Kim Jong-Il" e não de "ditador".

Hill reiterou que os Estados Unidos não têm nenhuma intenção de atacar a Coréia do Norte e pediu ao país asiático que tome a decisão de desativar seu programa nuclear de modo permanente, completo e verificável.

A Coréia do Norte se declarou "completamente disposta" a trabalhar por uma 'desnuclearização' da península coreana. Seu principal negociador, Kim Gye-Gwan, disse que este objetivo exigia “uma vontade política inquebrantável e decisões estratégicas".

"Todas as partes indicaram claramente que estão dispostas a responder às inquietações da Coréia do Norte em matéria de segurança, assim como suas necessidades de energia", acrescentou Hill.

A posição americana marca uma mudança sem precedentes em relação ao mês de fevereiro, quando Pyongyang anunciou a intenção de reforçar seu arsenal nuclear para se proteger da vontade americana de derrubar seu regime. Na ocasião, Washington qualificou o país como "posto avançado da tirania".



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Washington reconhece a soberania da Coréia do Norte

Da AFP

26/07/2005 | 11:20


Os Estados Unidos demonstraram nesta terça-feira o desejo de conciliação e tentaram tranqüilizar a Coréia do Norte durante a abertura, em Pequim, de uma quarta rodada de negociações sobre o programa nuclear norte-coreano, do qual Pyongyang se disse disposto aabandonar.

"Para nós, a soberania da RPDC (República Popular e Democrática da Coréia) é uma realidade", afirmou o subsecretário de Estado americano para o Pacífico e Extremo Oriente, Christopher Hill, que lidera a delegação americana.

O representante dos Estados Unidos confirmou o reconhecimento de Pyongyang como um governo soberano, o que já havia sido feito pela secretária de Estado Condoleezza Rice. Em declaração recente o presidente americano, George W. Bush, chamou o líder norte-coreano de "Senhor Kim Jong-Il" e não de "ditador".

Hill reiterou que os Estados Unidos não têm nenhuma intenção de atacar a Coréia do Norte e pediu ao país asiático que tome a decisão de desativar seu programa nuclear de modo permanente, completo e verificável.

A Coréia do Norte se declarou "completamente disposta" a trabalhar por uma 'desnuclearização' da península coreana. Seu principal negociador, Kim Gye-Gwan, disse que este objetivo exigia “uma vontade política inquebrantável e decisões estratégicas".

"Todas as partes indicaram claramente que estão dispostas a responder às inquietações da Coréia do Norte em matéria de segurança, assim como suas necessidades de energia", acrescentou Hill.

A posição americana marca uma mudança sem precedentes em relação ao mês de fevereiro, quando Pyongyang anunciou a intenção de reforçar seu arsenal nuclear para se proteger da vontade americana de derrubar seu regime. Na ocasião, Washington qualificou o país como "posto avançado da tirania".

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;