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Arthur Zanetti vê disputa aberta por medalha na Tóquio-2020

Ricardo Bufolin/CBG Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Ginasta de São Caetano diz que idade pesa, mas ressalta poucas lesões durante a carreira


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

04/09/2016 | 07:00


A medalha de prata do ginasta Arthur Zanetti, de São Caetano, na prova das argolas no Rio de Janeiro pode ter sido sua última em Jogos Olímpicos. Isso porque o atleta não se enxerga no auge da carreira em 2020, quando ocorrerá a Olimpíada de Tóquio.

“Acredito que não (vou estar no auge no Japão). A idade pesa bastante. Mas a gente vai para fazer nosso melhor”, afirmou Zanetti. “As argolas são um aparelho que você consegue levar com a idade mais avançada, temos atletas com 34 anos que estão competindo. Mas depende de cada um, de como se cuida e se prepara. Envolve muita coisa”, destacou o atleta, que em 2020 terá 30 anos. “O treino é muito bem planejado, com fisioterapia e médicos excelentes. Até 2020, a gente pode continuar bem e quem sabe trazer um bom resultado para o Brasil”, disse.

Além do desafio ao próprio corpo – Zanetti passou pela segunda cirurgia de ombro em agosto –, o ginasta duas vezes medalhista olímpico também terá de superar os adversários. Ele evitou apontar possíveis rivais por conta do longo período que ainda resta até os Jogos de 2020. “Não sei quem vai continuar no próximo ciclo (olímpico). Não tem como falar um só que é o meu rival, e sim vários. Todos que estiverem na final vão ser os grandes adversários”, afirmou Zanetti, que não definiu se vai alterar sua apresentação até lá. “Ainda não (pensei sobre isso). Vai mudar um pouco a regra das argolas. A gente vai estudar e se adequar para fazer boa prova”, comentou o são-caetanense.

LEGADO
Zanetti também já enxerga o legado que seu ouro em Londres-2012 e sua prata na Rio-2016 estão deixando para a ginástica. O atleta revelou que durante os Jogos Olímpicos houve seleção para crianças na Agith, onde treina.
“A seletiva geralmente é com 50 ou 60 alunos. Chegou a bater 240 (durante os Jogos). Isso para a gente é muito bom, fico muito feliz”, afirmou o ginasta.

Para Marcos Goto, treinador de Zanetti, apesar de ser ponto positivo, o atual ginásio já não comporta a quantidade de praticantes que fazem iniciação na ginástica e os atletas de alto rendimento. “Temos 300 crianças hoje. Não temos professores suficientes e o ginásio é muito pequeno”, explicou Goto. 



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Arthur Zanetti vê disputa aberta por medalha na Tóquio-2020

Ginasta de São Caetano diz que idade pesa, mas ressalta poucas lesões durante a carreira

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

04/09/2016 | 07:00


A medalha de prata do ginasta Arthur Zanetti, de São Caetano, na prova das argolas no Rio de Janeiro pode ter sido sua última em Jogos Olímpicos. Isso porque o atleta não se enxerga no auge da carreira em 2020, quando ocorrerá a Olimpíada de Tóquio.

“Acredito que não (vou estar no auge no Japão). A idade pesa bastante. Mas a gente vai para fazer nosso melhor”, afirmou Zanetti. “As argolas são um aparelho que você consegue levar com a idade mais avançada, temos atletas com 34 anos que estão competindo. Mas depende de cada um, de como se cuida e se prepara. Envolve muita coisa”, destacou o atleta, que em 2020 terá 30 anos. “O treino é muito bem planejado, com fisioterapia e médicos excelentes. Até 2020, a gente pode continuar bem e quem sabe trazer um bom resultado para o Brasil”, disse.

Além do desafio ao próprio corpo – Zanetti passou pela segunda cirurgia de ombro em agosto –, o ginasta duas vezes medalhista olímpico também terá de superar os adversários. Ele evitou apontar possíveis rivais por conta do longo período que ainda resta até os Jogos de 2020. “Não sei quem vai continuar no próximo ciclo (olímpico). Não tem como falar um só que é o meu rival, e sim vários. Todos que estiverem na final vão ser os grandes adversários”, afirmou Zanetti, que não definiu se vai alterar sua apresentação até lá. “Ainda não (pensei sobre isso). Vai mudar um pouco a regra das argolas. A gente vai estudar e se adequar para fazer boa prova”, comentou o são-caetanense.

LEGADO
Zanetti também já enxerga o legado que seu ouro em Londres-2012 e sua prata na Rio-2016 estão deixando para a ginástica. O atleta revelou que durante os Jogos Olímpicos houve seleção para crianças na Agith, onde treina.
“A seletiva geralmente é com 50 ou 60 alunos. Chegou a bater 240 (durante os Jogos). Isso para a gente é muito bom, fico muito feliz”, afirmou o ginasta.

Para Marcos Goto, treinador de Zanetti, apesar de ser ponto positivo, o atual ginásio já não comporta a quantidade de praticantes que fazem iniciação na ginástica e os atletas de alto rendimento. “Temos 300 crianças hoje. Não temos professores suficientes e o ginásio é muito pequeno”, explicou Goto. 

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