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Moradora relata atraso na distribuição de leite

Claudinei Plaza/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Edivânia Alves da Silva diz que Prefeitura de Sto.André não forneceu item mesmo com liminar da Justiça


Natália Scarabotto
Especial para o Diário

26/08/2016 | 07:00


 “Me sinto humilhada em deixar os meus outros filhos passando necessidade para comprar as coisas para o Miguel só porque a Prefeitura não cumpre o que deveria”. Esse é o sentimento de Edivânia Alves da Silva, 35 anos, moradora de Santo André, diante da falta de remédios e leite para o filho com paralisia cerebral Miguel Rodrigues Alves, 3.

Há dois anos, a mãe entrou na Justiça e conseguiu uma liminar que determina que a administração municipal forneça cilindros de oxigênio para o bebê, que respira por sonda, leite especial para a alimentação e cerca de 18 tipos de remédios. Entretanto, o último item vem sofrendo atraso na entrega à família.

“Quando não tem preciso me virar para comprar porque não posso arriscar deixar meu filho sem (o leite). É muito difícil porque cada unidade custa cerca de R$ 280 e só dá para três dias. Ele não tem uma alimentação como outras pessoas, ele só pode tomar esse leite”, conta.

De acordo com Edivânia, receber tudo em dia e garantir o bem-estar do Miguel e dos outros dois filhos são seu grande desafio. O orçamento familiar é de R$ 880 mensais, provenientes de um auxílio-aluguel. Com o valor, além de arcar com o custo de uma pequena casa com quatro cômodos no Jardim Clara é necessário também pagar todas as outras despesas básicas da família.

Questionada sobre o assunto, a Prefeitura informou, por meio da Secretaria de Saúde, que o leite em questão tem entrega prevista para hoje, conforme já era do conhecimento da mãe do referido paciente. Neste ano, por exemplo, a Pasta cita visitas regulares nos dias 22 de março, 10 de maio, 13 de junho e 24 de agosto.

A secretaria ainda destacou que desde agosto de 2015, a criança tem acompanhamento médico regular na residência pelos profissionais da ESF (Estratégia de Saúde da Família), ex-PSF (Programa Saúde da Família), da Unidade de Saúde do Jardim Santo André, posto referência de atendimento.



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Moradora relata atraso na distribuição de leite

Edivânia Alves da Silva diz que Prefeitura de Sto.André não forneceu item mesmo com liminar da Justiça

Natália Scarabotto
Especial para o Diário

26/08/2016 | 07:00


 “Me sinto humilhada em deixar os meus outros filhos passando necessidade para comprar as coisas para o Miguel só porque a Prefeitura não cumpre o que deveria”. Esse é o sentimento de Edivânia Alves da Silva, 35 anos, moradora de Santo André, diante da falta de remédios e leite para o filho com paralisia cerebral Miguel Rodrigues Alves, 3.

Há dois anos, a mãe entrou na Justiça e conseguiu uma liminar que determina que a administração municipal forneça cilindros de oxigênio para o bebê, que respira por sonda, leite especial para a alimentação e cerca de 18 tipos de remédios. Entretanto, o último item vem sofrendo atraso na entrega à família.

“Quando não tem preciso me virar para comprar porque não posso arriscar deixar meu filho sem (o leite). É muito difícil porque cada unidade custa cerca de R$ 280 e só dá para três dias. Ele não tem uma alimentação como outras pessoas, ele só pode tomar esse leite”, conta.

De acordo com Edivânia, receber tudo em dia e garantir o bem-estar do Miguel e dos outros dois filhos são seu grande desafio. O orçamento familiar é de R$ 880 mensais, provenientes de um auxílio-aluguel. Com o valor, além de arcar com o custo de uma pequena casa com quatro cômodos no Jardim Clara é necessário também pagar todas as outras despesas básicas da família.

Questionada sobre o assunto, a Prefeitura informou, por meio da Secretaria de Saúde, que o leite em questão tem entrega prevista para hoje, conforme já era do conhecimento da mãe do referido paciente. Neste ano, por exemplo, a Pasta cita visitas regulares nos dias 22 de março, 10 de maio, 13 de junho e 24 de agosto.

A secretaria ainda destacou que desde agosto de 2015, a criança tem acompanhamento médico regular na residência pelos profissionais da ESF (Estratégia de Saúde da Família), ex-PSF (Programa Saúde da Família), da Unidade de Saúde do Jardim Santo André, posto referência de atendimento.

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