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Professores da Fundação entram em greve


Bruno Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

16/09/2007 | 07:00


Os professores da Fundação Santo André fizeram uma reunião no sábado e decidiram pedir a saída do reitor da universidade, Odair Bermelho. Eles entraram em paralisação por tempo indeterminado e, a exemplo do que pretendem seus alunos, buscarão apoio na Câmara Municipal e na Prefeitura para tirar Bermelho do posto.

A ocupação da reitoria da faculdade pelos estudantes, que terminou de forma violenta com uma ação da Polícia Militar, foi o estopim para que uma série de descontentamentos dos professores com a faculdade viesse à tona.

Os docentes reclamam da falta de investimento nos cursos da faculdade, alegando que, somente em 2007, houve fechamento de quase 20 turmas de diversas disciplinas por políticas equivocadas praticadas pelo reitor.

Aulas - Os professores da Fafil decidiram comparecer normalmente à faculdade durante a paralisação. Entretanto, durante os horários de aula, darão aulas públicas falando sobre o movimento pela saída de Barbalho.

Docentes e alunos querem agora conseguir a participação de professores e estudantes das demais faculdades da universidade no movimento. Não há confirmação se os cursos da Faeng (Faculdade de Engenharia) ou da Faeco (Faculdade de Economia) sofrerão algum tipo de paralisação ou mesmo se eles também pedem a saída do reitor.

No Colégio da Fundação, as aulas não serão suspensas. Os professores não buscarão apoio nos estudantes do ensino médio porque eles são menores.

CPI - Ricardo Alvarez, professor do grupo de professores da Fafil e ex-vereador da cidade, disse que parlamentares devem apresentar até terça-feira um pedido de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Câmara Municipal para investigar a gestão de Bermelho e a ação policial.

A Fundação Santo André é uma universidade pública de direito privado. Segundo os professores, o Executivo e o Legislativo da cidade têm poderes para decretar o impeachment do reitor.


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Professores da Fundação entram em greve

Bruno Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

16/09/2007 | 07:00


Os professores da Fundação Santo André fizeram uma reunião no sábado e decidiram pedir a saída do reitor da universidade, Odair Bermelho. Eles entraram em paralisação por tempo indeterminado e, a exemplo do que pretendem seus alunos, buscarão apoio na Câmara Municipal e na Prefeitura para tirar Bermelho do posto.

A ocupação da reitoria da faculdade pelos estudantes, que terminou de forma violenta com uma ação da Polícia Militar, foi o estopim para que uma série de descontentamentos dos professores com a faculdade viesse à tona.

Os docentes reclamam da falta de investimento nos cursos da faculdade, alegando que, somente em 2007, houve fechamento de quase 20 turmas de diversas disciplinas por políticas equivocadas praticadas pelo reitor.

Aulas - Os professores da Fafil decidiram comparecer normalmente à faculdade durante a paralisação. Entretanto, durante os horários de aula, darão aulas públicas falando sobre o movimento pela saída de Barbalho.

Docentes e alunos querem agora conseguir a participação de professores e estudantes das demais faculdades da universidade no movimento. Não há confirmação se os cursos da Faeng (Faculdade de Engenharia) ou da Faeco (Faculdade de Economia) sofrerão algum tipo de paralisação ou mesmo se eles também pedem a saída do reitor.

No Colégio da Fundação, as aulas não serão suspensas. Os professores não buscarão apoio nos estudantes do ensino médio porque eles são menores.

CPI - Ricardo Alvarez, professor do grupo de professores da Fafil e ex-vereador da cidade, disse que parlamentares devem apresentar até terça-feira um pedido de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Câmara Municipal para investigar a gestão de Bermelho e a ação policial.

A Fundação Santo André é uma universidade pública de direito privado. Segundo os professores, o Executivo e o Legislativo da cidade têm poderes para decretar o impeachment do reitor.

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