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Presidente filipina se depara com dificuldades para governar


Das Agências

30/05/2001 | 10:43


A presidente filipina, Gloria Arroyo, está sendo submetida a um verdadeiro batismo de fogo através das diversas crises vividas por seu Governo, a última das quais foi o seqüestro, no domingo passado, de um grupo de turistas por rebeldes muçulmanos, assinalaram nesta quarta-feira os analistas regionais.

Nos quatro meses que se passaram desde que assumiu o poder, no final de janeiro, Gloria enviou para a prisão seu antecessor, controlou seus seguidores, adotou severas medidas para enfrentar a recessão econômica e agora tem de lidar com um seqüestro.

A presidente Arroyo adotou um tom firme e não apenas negou-se a pagar um resgate, como também pôs a prêmio (US$ 2 milhões) a cabeça dos seqüestradores.

A presidente assinalou que os seqüestros poderão afastar os investimentos e os turistas e frear seus planos para dar um alívio econômico aos 76 milhões de filipinos, mais de um terço dos quais vivem na pobreza.

Eleita vice-presidente em 1998 e encarregada de dirigir o departamento do Bem-Estar Social do gabinete de Joseph Estrada, Arroyo foi alçada à cadeira presidencial quando Estrada foi deposto em janeiro, sob acusação de corrupção.

Seu primeiro teste foi ordenar a detenção de Estrada, o que desatou uma violenta reação de seus partidários.

Arroyo não hesitou, chamou o Exército para pôr ordem e enviou para a prisão um senador ao qual acusou de instigar os distúrbios.

Arroyo afirmou ter aprendido com a má gestão de Estrada, que, ao se encontrar submetido a uma pressão internacional, cedeu na crise dos reféns em 2000 e permitiu que os negociadores pagassem o preço pela vida dos reféns, a maioria de estrangeiros.



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