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Wendel sonha parar Giovanni


Das Agências

13/10/2005 | 08:02


O meia Giovanni, o Messias, foi o diferencial nos 4 a 2 entre Santos e Corinthians, agora anulado. Fez dois gols e deu show na Vila Belmiro. Nesta quinta não terá moleza. Wendel, substituto do suspenso Marcelo Mattos, deve acompanhá-lo em todos os setores do campo. “Marcar o Giovanni é tarefa difícil”, diz o volante, que na maioria das vezes é designado para marcar individualmente o armador rival. Nesta quinta, terá uma de suas tarefas mais difíceis.

Na expectativa de atuar – mesmo participando dos dois treinos coletivos, ainda não se sente titular –, Wendel lembra das ingratas missões que teve contra adversários habilidosos. “Às vezes é ruim, principalmente quando o meia não é preguiçoso. Contra os que preferem receber a bola nos pés, parado, facilita. Já contra os que se movimentam o tempo todo...”, explica.

Apesar de todos os percalços, Wendel tem bons motivos para comemorar. Da sua memória não sai o duelo de 2004, pela Copa do Brasil, contra o Vitória. Na época, o badalado time baiano veio motivado para o Pacaembu. “Tive uma grande atuação, ganhei todas de Edílson”, enfatiza. O Corinthians ganhou aquele jogo por 1 a 0 e Wendel espera repetir a façanha nesta quinta, contra um jogador que caracteriza como muito habilidoso e que define partidas.

Contra o craque, a estratégia já está traçada: é não dar espaços para o adversário dominar a bola e girar com destino ao gol corintiano. “Além de ficar bem próximo dele, não podemos errar. Temos de forçá-lo a dominar a bola de costas e tocar para trás. Assim, diminuímos o poder ofensivo do Santos”, acredita. Bruno Octávio deve fazer o mesmo em cima de Ricardinho, outro cérebro do meio-campo da equipe da Vila Belmiro.

Mas, se nenhum jogador gosta de ser marcado individualmente, quem realiza tal função também não é muito fã. “É muito difícil acompanhar um jogador os 90 minutos. Em determinado momento, é necessário haver um revezamento”, prega Wendel, sabendo que só um sairá de campo consagrado.


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