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Design do mobiliário do Sesc Santo André impressiona


Everaldo Fioravante
Do Diário do Grande ABC

04/05/2002 | 16:30


Nem só de boa programação vive o Sesc Santo André. A unidade tem outras atrações, entre as quais figura o design de seu mobiliário. No que diz respeito às formas, os móveis dialogam de forma harmônica com a arquitetura do espaço.

A área social interna do prédio tem em evidência as linhas arquitetônicas curvas, mas também há as retas. E o mobiliário segue a arquitetura. Por conta do similar caminho formal, a beleza dos móveis casa bem com tudo.

“O elemento principal é a arquitetura”, diz o arquiteto e designer de mobiliário venezuelano Pedro Useche, que assina a maioria dos móveis da área social, assim como o design de interior do espaço.

Mas quando se fala em design de móveis, assim como em arquitetura, beleza não é tudo. Por isso o mobiliário do Sesc também garante bem-estar a seus usuários. “A intenção é oferecer conforto e elegância de maneira descontraída”, afirma Elisa Maria Americano Saintive, gerente do Sesc Belenzinho e responsável pela ambientação das unidades, isso sob orientação da Assessoria Técnica e de Planejamento da instituição.

O arrojado design pode ser percebido desde a entrada do Sesc andreense, próximo ao teatro. Lá, dois bancos roubam a cena. Como a estrutura deles (em aço cromado) é fina, a impressão é de que os acentos estão flutuando. “O nome deles é Banco-Canoa”, diz Useche.

“A novidade no Sesc Santo André é o Trepa-Trepa, um acento de formato cilíndrico, também criação do Useche. Antes de optarmos por ele, testamos no Belenzinho, onde a peça funcionou muito bem para crianças e adolescentes. Isso porque ela não determina a maneira como a pessoa deve sentar. Você pode usá-la de várias formas. É marcada pelo uso informal”, afirma Elisa.

Conforto – Para ouvir CDs, os freqüentadores do Sesc dispõem de ótimas poltronas. Se a música for calma, a pessoa corre o risco de dormir, dado o conforto proporcionado pelas peças. No espaço dedicado ao uso de internet, as cadeiras giratórias têm apoio para os braços e o encosto reclinável molda-se às costas dos usuários.

No teatro, pessoas obesas e portadoras de deficiência física são bem atendidas. Algumas cadeiras são próprias para indivíduos com essas características, pois são espaçosas e foram instaladas logo na primeira fila.

Para as crianças há um grande pufe em formato de polvo na brinquedoteca – ele tem vários “braços” e fica esparramado pelo chão, para que os pequenos “pintem e bordem” de maneira aconchegante. Esse público também conta com mesa e pufes, tudo dimensionado de maneira correta.



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Design do mobiliário do Sesc Santo André impressiona

Everaldo Fioravante
Do Diário do Grande ABC

04/05/2002 | 16:30


Nem só de boa programação vive o Sesc Santo André. A unidade tem outras atrações, entre as quais figura o design de seu mobiliário. No que diz respeito às formas, os móveis dialogam de forma harmônica com a arquitetura do espaço.

A área social interna do prédio tem em evidência as linhas arquitetônicas curvas, mas também há as retas. E o mobiliário segue a arquitetura. Por conta do similar caminho formal, a beleza dos móveis casa bem com tudo.

“O elemento principal é a arquitetura”, diz o arquiteto e designer de mobiliário venezuelano Pedro Useche, que assina a maioria dos móveis da área social, assim como o design de interior do espaço.

Mas quando se fala em design de móveis, assim como em arquitetura, beleza não é tudo. Por isso o mobiliário do Sesc também garante bem-estar a seus usuários. “A intenção é oferecer conforto e elegância de maneira descontraída”, afirma Elisa Maria Americano Saintive, gerente do Sesc Belenzinho e responsável pela ambientação das unidades, isso sob orientação da Assessoria Técnica e de Planejamento da instituição.

O arrojado design pode ser percebido desde a entrada do Sesc andreense, próximo ao teatro. Lá, dois bancos roubam a cena. Como a estrutura deles (em aço cromado) é fina, a impressão é de que os acentos estão flutuando. “O nome deles é Banco-Canoa”, diz Useche.

“A novidade no Sesc Santo André é o Trepa-Trepa, um acento de formato cilíndrico, também criação do Useche. Antes de optarmos por ele, testamos no Belenzinho, onde a peça funcionou muito bem para crianças e adolescentes. Isso porque ela não determina a maneira como a pessoa deve sentar. Você pode usá-la de várias formas. É marcada pelo uso informal”, afirma Elisa.

Conforto – Para ouvir CDs, os freqüentadores do Sesc dispõem de ótimas poltronas. Se a música for calma, a pessoa corre o risco de dormir, dado o conforto proporcionado pelas peças. No espaço dedicado ao uso de internet, as cadeiras giratórias têm apoio para os braços e o encosto reclinável molda-se às costas dos usuários.

No teatro, pessoas obesas e portadoras de deficiência física são bem atendidas. Algumas cadeiras são próprias para indivíduos com essas características, pois são espaçosas e foram instaladas logo na primeira fila.

Para as crianças há um grande pufe em formato de polvo na brinquedoteca – ele tem vários “braços” e fica esparramado pelo chão, para que os pequenos “pintem e bordem” de maneira aconchegante. Esse público também conta com mesa e pufes, tudo dimensionado de maneira correta.

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