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Polícia mantém bloqueio no Morro da Providência



04/06/2006 | 08:36


O principal acesso ao Morro da Providência, no Centro do Rio, permaneceu bloqueado sábado, por policiais militares, mas o comércio no entorno do morro voltou a funcionar normalmente e a rotina era de aparente tranqüilidade. Até mesmo a atividade de decoração de ruas para a Copa do Mundo foi retomada. O clima foi muito diferente do tumulto da última quinta-feira, quando um intenso tiroteio entre quadrilhas rivais foi o mais provável motivo da morte da estudante Denilza Maria da Silva Nascimento, de 21 anos, atingida por uma bala perdida enquanto dormia, em casa, numa rua que dá acesso ao morro. “Isso para mim (fechar as portas) já passou a ser uma tradição.

A gente respeita porque não quer confusão”, afirma Paulo Mendonça, de 48 anos, dono de uma oficina próxima à principal via de acesso ao Morro. Segundo ele, o clima era de tranqüilidade na região desde sexta-feira, mas, mesmo assim, fechou as portas porque todos os demais comerciantes fizeram o mesmo.

Na quinta e sexta-feira, as lojas próximas, na região da estação ferroviária Central do Brasil, fecharam as portas, num luto forçado pela morte de um dos traficantes da Providência, um dos mais violentos morros do Rio. As polícias Militar e Civil ocuparam os acessos, inclusive com o reforço de unidades especializadas, como o Batalhão de Operações Especiais (Bope) e a Delegacia Anti-Seqüestro (DAS).



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Polícia mantém bloqueio no Morro da Providência


04/06/2006 | 08:36


O principal acesso ao Morro da Providência, no Centro do Rio, permaneceu bloqueado sábado, por policiais militares, mas o comércio no entorno do morro voltou a funcionar normalmente e a rotina era de aparente tranqüilidade. Até mesmo a atividade de decoração de ruas para a Copa do Mundo foi retomada. O clima foi muito diferente do tumulto da última quinta-feira, quando um intenso tiroteio entre quadrilhas rivais foi o mais provável motivo da morte da estudante Denilza Maria da Silva Nascimento, de 21 anos, atingida por uma bala perdida enquanto dormia, em casa, numa rua que dá acesso ao morro. “Isso para mim (fechar as portas) já passou a ser uma tradição.

A gente respeita porque não quer confusão”, afirma Paulo Mendonça, de 48 anos, dono de uma oficina próxima à principal via de acesso ao Morro. Segundo ele, o clima era de tranqüilidade na região desde sexta-feira, mas, mesmo assim, fechou as portas porque todos os demais comerciantes fizeram o mesmo.

Na quinta e sexta-feira, as lojas próximas, na região da estação ferroviária Central do Brasil, fecharam as portas, num luto forçado pela morte de um dos traficantes da Providência, um dos mais violentos morros do Rio. As polícias Militar e Civil ocuparam os acessos, inclusive com o reforço de unidades especializadas, como o Batalhão de Operações Especiais (Bope) e a Delegacia Anti-Seqüestro (DAS).

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