Fechar
Publicidade

Terça-Feira, 10 de Dezembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

Salles diz que quer ser o novo Sarkozy


Leonardo Fuhrmann
Do Diário do Grande ABC

07/10/2007 | 07:05


Pré-candidato a prefeito de Santo André e secretário de Comunicação de São Bernardo, Raimundo Salles (DEM) viaja longe quando diz em quem vai se inspirar para disputar as eleições do ano que vem: o presidente da França, Nicolas Sarkozy, e o prefeito de Nova York, o ex-republicano Michael Bloomberg.

Salles disse que viajou para a França na reta final da disputa eleitoral e acompanhou comícios de Sarkozy e de sua adversária no segundo turno, a socialista Ségolène Royal. “Os franceses confiavam mais nela, mas o preferiram, porque Sarkozy representava melhor o que eles queriam”, opina.

Ele destaca que Ségolène tinha uma formação melhor e uma trajetória política mais coerente, enquanto Sarkozy passou por vários partidos e vinha de uma família de imigrantes do Leste Europeu.

O pré-candidato afirma que pretende investir também neste discurso. “Sarkozy dizia várias vezes que era o candidato da França que acorda cedo, serei o candidato de Santo André que acorda cedo”, compara.

Assim, Salles explica que vai investir em propostas de estado mínimo para combater as idéias de proteção social que fazem parte do discurso do PT. Um dos focos dele é a redução do funcionalismo. “Para quê as pessoas precisam da Prefeitura hoje em dia?”, pergunta.

Salles diz que se inspira também em Bloomberg para tornar a administração da cidade cada vez mais próxima da maneira com o que é feito em uma empresa privada.

O prefeito de Nova York é um grande empresário do setor de comunicação e passou pelos dois grandes partidos dos Estados Unidos, Democrata e Republicano, antes de se tornar candidato independente nas eleições presidenciais no ano que vem.

Com base em pesquisas de intenção de voto, que diz terem sido feitas recentemente, Salles acredita que deve disputar uma vaga no segundo turno, para enfrentar um candidato do PT, partido que considera garantido no momento decisivo da disputa eleitoral do ano que vem.

Para ele, a legenda adversária tem a seu favor a força da máquina administrativa, com sua capilaridade, além da boa avaliação da gestão do atual prefeito, João Avamileno.

Dos quatro candidatos petistas à sucessão, o deputado Vanderlei Siraque e a vice-prefeita Ivete Garcia despontam como favoritos.


Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Salles diz que quer ser o novo Sarkozy

Leonardo Fuhrmann
Do Diário do Grande ABC

07/10/2007 | 07:05


Pré-candidato a prefeito de Santo André e secretário de Comunicação de São Bernardo, Raimundo Salles (DEM) viaja longe quando diz em quem vai se inspirar para disputar as eleições do ano que vem: o presidente da França, Nicolas Sarkozy, e o prefeito de Nova York, o ex-republicano Michael Bloomberg.

Salles disse que viajou para a França na reta final da disputa eleitoral e acompanhou comícios de Sarkozy e de sua adversária no segundo turno, a socialista Ségolène Royal. “Os franceses confiavam mais nela, mas o preferiram, porque Sarkozy representava melhor o que eles queriam”, opina.

Ele destaca que Ségolène tinha uma formação melhor e uma trajetória política mais coerente, enquanto Sarkozy passou por vários partidos e vinha de uma família de imigrantes do Leste Europeu.

O pré-candidato afirma que pretende investir também neste discurso. “Sarkozy dizia várias vezes que era o candidato da França que acorda cedo, serei o candidato de Santo André que acorda cedo”, compara.

Assim, Salles explica que vai investir em propostas de estado mínimo para combater as idéias de proteção social que fazem parte do discurso do PT. Um dos focos dele é a redução do funcionalismo. “Para quê as pessoas precisam da Prefeitura hoje em dia?”, pergunta.

Salles diz que se inspira também em Bloomberg para tornar a administração da cidade cada vez mais próxima da maneira com o que é feito em uma empresa privada.

O prefeito de Nova York é um grande empresário do setor de comunicação e passou pelos dois grandes partidos dos Estados Unidos, Democrata e Republicano, antes de se tornar candidato independente nas eleições presidenciais no ano que vem.

Com base em pesquisas de intenção de voto, que diz terem sido feitas recentemente, Salles acredita que deve disputar uma vaga no segundo turno, para enfrentar um candidato do PT, partido que considera garantido no momento decisivo da disputa eleitoral do ano que vem.

Para ele, a legenda adversária tem a seu favor a força da máquina administrativa, com sua capilaridade, além da boa avaliação da gestão do atual prefeito, João Avamileno.

Dos quatro candidatos petistas à sucessão, o deputado Vanderlei Siraque e a vice-prefeita Ivete Garcia despontam como favoritos.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;