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Obras do PAC impulsionam negócios de indústria


Leone Farias
do Diário do Grande ABC

14/08/2011 | 07:00


O crescimento do volume de obras de infra-estrutura no País e a expansão dos mercados agrícola e de mineração são fatores que impulsionam os negócios de uma companhia da região que tem forte ligação com todas essas atividades.

Trata-se da Bozza, de São Bernardo, que fabrica equipamentos portáteis e unidades móveis (montadas sobre o chassi de veículos de carga) para a lubrificação de máquinas. A empresa, que existe há 60 anos e é pioneira desse segmento, cresceu 25% em 2010 e projeta incremento de 32% em faturamento neste ano, com base no atendimento a clientes dessas áreas.

Atualmente, o ramo sucroalcooleiro responde por 25% a 30% das compras das unidades móveis da companhia, seguida por construção e engenharia (25%) e mineração (13%).

O foco da Bozza é oferecer condições para o abastecimento de combustível ou a troca de óleo de tratores, colheitadeiras e escavadeiras no próprio local em que esses veículos estão operando (fazendo a colheita no campo, construindo rodovias ou trabalhando em áreas de jazida de minério).

Isso proporciona aumento de produtividade, porque esses maquinários podem seguir operando, praticamente sem interromper a atividade. "São postos de gasolina montados em cima de um caminhão", resume o diretor administrativo-financeiro, Evaristo André Coppini.

E as unidades móveis, também chamadas de comboios, são feitas sob medida, de acordo com as necessidades do cliente e os modelos de caminhões sobre os quais serão montadas. Podem contar com tanques para armazenar diesel ou óleo de motor e também ser projetados para serem caminhões-pipa, para levar água e diminuir a poeira na mineração ou apagar focos de incêndio no campo.

LUBRIFICAÇÃO - Neste ano, a empresa deverá construir 600 comboios, 50% mais que em 2010. E para dar conta das encomendas, passou a operar em dois turnos. Hoje tem quadro de 240 trabalhadores. Até o ano passado, tinha um turno só. "Com as obras do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento), nossa demanda ficou maior."

A expansão também reflete a boa atuação em outra linha de produtos na área de lubrificação: bombas manuais, propulsoras de graxa e óleo e equipamentos para troca de óleo de postos de combustíveis. A companhia tem volume de produção anual de 45 mil bombas e 13 mil propulsoras.

Coppini acrescenta que as perspectivas para os próximos anos seguem favoráveis. "A construção de estádios para a Copa do Mundo vai gerar demanda para os nossos produtos", assinala.



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Obras do PAC impulsionam negócios de indústria

Leone Farias
do Diário do Grande ABC

14/08/2011 | 07:00


O crescimento do volume de obras de infra-estrutura no País e a expansão dos mercados agrícola e de mineração são fatores que impulsionam os negócios de uma companhia da região que tem forte ligação com todas essas atividades.

Trata-se da Bozza, de São Bernardo, que fabrica equipamentos portáteis e unidades móveis (montadas sobre o chassi de veículos de carga) para a lubrificação de máquinas. A empresa, que existe há 60 anos e é pioneira desse segmento, cresceu 25% em 2010 e projeta incremento de 32% em faturamento neste ano, com base no atendimento a clientes dessas áreas.

Atualmente, o ramo sucroalcooleiro responde por 25% a 30% das compras das unidades móveis da companhia, seguida por construção e engenharia (25%) e mineração (13%).

O foco da Bozza é oferecer condições para o abastecimento de combustível ou a troca de óleo de tratores, colheitadeiras e escavadeiras no próprio local em que esses veículos estão operando (fazendo a colheita no campo, construindo rodovias ou trabalhando em áreas de jazida de minério).

Isso proporciona aumento de produtividade, porque esses maquinários podem seguir operando, praticamente sem interromper a atividade. "São postos de gasolina montados em cima de um caminhão", resume o diretor administrativo-financeiro, Evaristo André Coppini.

E as unidades móveis, também chamadas de comboios, são feitas sob medida, de acordo com as necessidades do cliente e os modelos de caminhões sobre os quais serão montadas. Podem contar com tanques para armazenar diesel ou óleo de motor e também ser projetados para serem caminhões-pipa, para levar água e diminuir a poeira na mineração ou apagar focos de incêndio no campo.

LUBRIFICAÇÃO - Neste ano, a empresa deverá construir 600 comboios, 50% mais que em 2010. E para dar conta das encomendas, passou a operar em dois turnos. Hoje tem quadro de 240 trabalhadores. Até o ano passado, tinha um turno só. "Com as obras do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento), nossa demanda ficou maior."

A expansão também reflete a boa atuação em outra linha de produtos na área de lubrificação: bombas manuais, propulsoras de graxa e óleo e equipamentos para troca de óleo de postos de combustíveis. A companhia tem volume de produção anual de 45 mil bombas e 13 mil propulsoras.

Coppini acrescenta que as perspectivas para os próximos anos seguem favoráveis. "A construção de estádios para a Copa do Mundo vai gerar demanda para os nossos produtos", assinala.

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