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Caso Sandro Hiroshi nao deve afetar Mercosul


Do Diário do Grande ABC

22/10/1999 | 19:13


Dirigentes da Confederaçao Sul-Americana de Futebol (CSF) nao deverao aceitar o pedido do Boca Juniors, da Argentina, de conseguir os pontos da segunda partida diante do Sao Paulo (1 a 1), pela Copa Mercosul, realizado no dia 8 de setembro, no Morumbi. Segundo a entidade, o clube nao entrou com recurso até dez dias após o jogo, prazo estabelecido pelas normas da CSF para possíveis protestos.

Os argentinos resolveram apelar para o "tapetao" depois da vitória do Botafogo na Comissao Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva da CBF sobre o caso Sandro Hiroshi, válida para o Campeonato Brasileiro. No jogo diante do Boca, o atleta sao-paulino ficou no banco de reservas, mas, mesmo assim, despertou o interesse de Pedro Wolanik, advogado do clube de Buenos Aires.

O Boca Juniors terminou a fase de classificaçao do torneio sul-americano com dez pontos, na segunda colocaçao do Grupo C, empatado com o Corinthians, do Grupo B, como terceiro melhor vice classificado. Ambos tinham o mesmo número de vitórias e saldo de gols. O desempate, entao, foi decidido por meio de um sorteio na sede da CSF, em Assunçao. Os brasileiros venceram. A partir desse dia, os argentinos resolveram correr atrás de irregularidades dos adversários para paralisar a Mercosul.

O Sao Paulo, eliminado do torneio, nao seria prejudicado. Apenas os corintianos poderiam perder a vaga nas quartas-de-final. Para evitar transtornos, a CBF enviou à CSF todos os documentos de Hiroshi, comprovando que o atleta nasceu em 1980 e que sua inscriçao na entidade está regularizada. Dessa forma, tanto Sao Paulo quanto a CBF escapariam de uma puniçao e o Corinthians continuaria na Mercosul.

Na quarta-feira, por sinal, o clube paulista estreou nas quartas-de-final contra outro argentino, o San Lorenzo. Perdeu por 2 a 1, em Buenos Aires.



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Caso Sandro Hiroshi nao deve afetar Mercosul

Do Diário do Grande ABC

22/10/1999 | 19:13


Dirigentes da Confederaçao Sul-Americana de Futebol (CSF) nao deverao aceitar o pedido do Boca Juniors, da Argentina, de conseguir os pontos da segunda partida diante do Sao Paulo (1 a 1), pela Copa Mercosul, realizado no dia 8 de setembro, no Morumbi. Segundo a entidade, o clube nao entrou com recurso até dez dias após o jogo, prazo estabelecido pelas normas da CSF para possíveis protestos.

Os argentinos resolveram apelar para o "tapetao" depois da vitória do Botafogo na Comissao Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva da CBF sobre o caso Sandro Hiroshi, válida para o Campeonato Brasileiro. No jogo diante do Boca, o atleta sao-paulino ficou no banco de reservas, mas, mesmo assim, despertou o interesse de Pedro Wolanik, advogado do clube de Buenos Aires.

O Boca Juniors terminou a fase de classificaçao do torneio sul-americano com dez pontos, na segunda colocaçao do Grupo C, empatado com o Corinthians, do Grupo B, como terceiro melhor vice classificado. Ambos tinham o mesmo número de vitórias e saldo de gols. O desempate, entao, foi decidido por meio de um sorteio na sede da CSF, em Assunçao. Os brasileiros venceram. A partir desse dia, os argentinos resolveram correr atrás de irregularidades dos adversários para paralisar a Mercosul.

O Sao Paulo, eliminado do torneio, nao seria prejudicado. Apenas os corintianos poderiam perder a vaga nas quartas-de-final. Para evitar transtornos, a CBF enviou à CSF todos os documentos de Hiroshi, comprovando que o atleta nasceu em 1980 e que sua inscriçao na entidade está regularizada. Dessa forma, tanto Sao Paulo quanto a CBF escapariam de uma puniçao e o Corinthians continuaria na Mercosul.

Na quarta-feira, por sinal, o clube paulista estreou nas quartas-de-final contra outro argentino, o San Lorenzo. Perdeu por 2 a 1, em Buenos Aires.

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