Ao desembarcar de uma van no topo do aterro de 60 metros de altura, Lisa sacou o seu Ipad para tirar fotos do local, tomado por urubus. Ela conversou com catadores de material reciclável e recebeu uma carta de Simone Souza, de 38 anos, que manifestou sua preocupação com o futuro dos trabalhadores após o fechamento do aterro.
Localizado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, o lixão começou a operar em 1977 e está saturado. Sua desativação é uma promessa antiga da prefeitura, que foi mais uma vez adiada, agora para meados de 2012. Na nova Central de Tratamento de Resíduos (CTR), em Seropédica, que já recebe cerca de mil toneladas de lixo diariamente, não é permitido o trabalho de catadores.
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