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Márcio da Farmácia segue com articulação para ser vice de Lauro

Celso Luiz/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Nome do vereador é defendido por parte do governo que ainda resiste em ver Maridite, mulher de Zé Augusto, como número dois da chapa


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

07/07/2016 | 07:00


Parte da base aliada do prefeito Lauro Michels (PV) não desistiu de ver o vereador Márcio da Farmácia (PV) como vice do chefe do Executivo na tentativa de reeleição, mesmo com o verde encaminhando a ex-vereadora Maridite Cristóvão de Oliveira (PSDB), mulher do ex-prefeito José Augusto da Silva Ramos (PSDB), para o posto.

Nos últimos dias, integrantes da alta cúpula do governo expuseram fatores favoráveis para que Márcio divida a chapa no lugar de Maridite. No fim de junho, o Diário mostrou que Lauro havia sacramentado que a tucana seria sua número dois no pleito, mas que a informação não tinha sido bem digerida por aliados de Márcio da Farmácia.

O principal argumento pró-Márcio é a votação do verde na eleição de 2014. O vereador concorreu a deputado federal e recebeu 40.979 votos – sendo 33.571 em Diadema. Maridite participou do pleito em 2012 como candidata a prefeita e obteve 21.388 votos. Porém, desde então, a tucana se dedicou aos trabalhos no Hospital de São Mateus, na Zona Leste da Capital, enquanto Márcio continuou com atuação em Diadema – no período, voltou à Secretaria de Obras, chefiou o gabinete do prefeito e retornou à Câmara como líder do governo na Casa.

Outro fator que pesa a favor de Márcio é o receio de representantes do governo em abrir muito o espaço no Paço ao PSDB. O tucanato já acertou coligação proporcional na chapa de candidatos a vereador. A tendência é a de que a parceria salve as duas cadeiras do PSDB no Legislativo, já que, embora desde o começo integrado à gestão Lauro, o tucanato pouco se mobilizou para reforçar o time de candidatos – são só três nomes fortes: Zé Augusto, o presidente da Câmara, José Dourado, e o ex-vereador Atevaldo Leitão.

O Diário apurou que Lauro, antes irredutível, passou a considerar a hipótese de dividir a chapa com Márcio da Farmácia. Como presidente do PV em Diadema e uma das principais lideranças da legenda no Estado, Lauro teria visto na dobrada com Márcio a possibilidade de contemplar dirigentes do PV que o criticam de pouco expandir o partido na cidade. O prefeito não retornou aos contatos do Diário para falar sobre o caso.

Foi o próprio Lauro que cogitou ter Márcio como vice no fim do ano passado, quando Maridite mostrava resistência em aceitar o convite – a tucana dizia que era tempo de se aposentar politicamente e cuidar da família. Pesquisas eleitorais feitas extraoficialmente pelo governo apontaram que Márcio seria o nome que mais agregaria à dobrada governista.

Outro quadro recém-especulado foi a ex-deputada Regina Gonçalves (PV), mas ela não se desincompatibilizou a tempo de participar do pleito: a verde segue secretária de Assistência Social e chefe de Gabinete. 



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