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Com baixa margem de efetivação, Grande ABC repete demandas ao Estado no valor total de R$ 7,1 bi

Sem aliados na audiência pública, governo Alckmin vira alvo de ataques


Fábio Martins
Do Diário do Grande ABC

21/06/2016 | 07:00


Em audiência pública ontem referente ao Orçamento de 2017 do Estado, o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC praticamente repetiu as demandas estipuladas no ano passado e formalizou série de propostas junto à Assembleia Legislativa no valor de R$ 7,1 bilhões. São 50 indicações ao todo, apresentadas na Câmara de São Bernardo – as sugestões firmadas para 2016 somavam R$ 7,5 bilhões. Sem aliados políticos na plenária, o governo Geraldo Alckmin (PSDB) tornou-se alvo de críticas ferrenhas da mesa, formada apenas por figuras ligadas ao PT, entre elas os três deputados com reduto na cidade anfitriã: Luiz Fernando Teixeira, Ana do Carmo e Teonílio Barba, que presidiu a sessão por integrar a comissão parlamentar de Finanças.

Presidente da comissão e correligionário de Alckmin, o deputado Mauro Bragato não compareceu à atividade, assim como os demais parlamentares governistas Orlando Morando (PSDB) e Atila Jacomussi (PSB).

O plano regional mais uma vez exposto incluiu conjunto de projetos para inserção na peça que será formatada pela administração estadual, com estimativa de R$ 193,5 bilhões para 2017. A lista aborda ainda itens de 2014, 2015 e 2016 que não tiveram recursos empenhados para sua execução.

Secretário executivo do Consórcio, Luis Paulo Bresciani (PT) pontuou que “muitas coisas se repetem por falta de cumprimento das promessas”. “Aquilo que não foi cumprido, nós, obviamente, pleiteamos novamente. Só aquilo que foi cumprido, como é o caso do Hospital de Clínicas de São Bernardo (entregue no fim de 2013) e as unidades (Santo André e Mauá) do Poupatempo, nós retiramos da lista. Aquilo que foi parcialmente cumprido entra para complementação”, disse, ao mencionar que a manutenção dos piscinões, por exemplo, está acontecendo “sempre com atraso”.

Entre os principais pontos do rol apresentado estão Mobilidade e drenagem, com pedido de recursos da ordem de R$ 4,1 bilhões, e Desenvolvimento Urbano, com fatia de R$ 2,5 bilhões. O Polo Tecnológico de Santo André aparece na área de Desenvolvimento Econômico, tendo demanda por R$ 14 milhões. “Se pegar o que foi realizado na região até agora é muito pouco desde 2009”, afirmou Barba. “De todos os problemas ele resolveu dois, três itens, restando 90%”, emendou. 



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