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Caminhada pela Paz cobra segurança em Diadema

Renato Fontes/Especial para o Diário  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Renato Fontes
Especial para o Diário

06/06/2016 | 07:00


Segurança. Esse é o desejo de quase 300 moradores de Diadema que participaram ontem da 1ª Caminhada da Paz. O ato foi motivado após Davi Simões, 22 anos, ser morto em assalto no mês passado. “Estamos cansados de tantos crimes em nossa cidade. A passeata é um pedido nosso de socorro”, revela a idealizadora da ação Raquel Silva, 38.

A caminhada teve início na Praça da Moça, no Centro, e percorreu cerca de dois quilômetros, até chegar ao Parque do Povo. Durante o trajeto, os participantes carregaram faixas, camisetas, balões e rosas brancas com o intuito de mobilizar a população para cultura de paz. Um caminhão de som com músicas evangélicas também colaborou. “Queremos que haja mais amor entre as pessoas. Chega de violência”, declara a mãe de Davi, Sueli da Cunha, 47.

Quatorze anos depois de implementar a Lei 2.107/02, que ficou conhecida como Lei de Fechamento de Bares, a cidade registrou redução na taxa de homicídios de 90%. Mas, para a professora Danusia Félix, 65, a violência voltou a assustar. “Percebi que o índice de criminalidade aumentou muito nos últimos cinco anos. Para se ter ideia, fui assaltada três vezes.”

A violência contra a mulher, seja verbal, psicológica ou física, também amedronta. Em 2015, Diadema registrou 297 inquéritos policiais desse tipo. “Tempos atrás, fui perseguida por dois homens em uma moto. Não me sinto mais segura de andar na rua”, reclama a cobradora de ônibus Daiana Santana, 28, moradora do Jardim Inamar.

Agora, cabe aos jovens construir uma sociedade mais justa no futuro. “Tenho fé que vamos reverter toda essa situação”, afirma Breno Ramos, 11.



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Caminhada pela Paz cobra segurança em Diadema

Renato Fontes
Especial para o Diário

06/06/2016 | 07:00


Segurança. Esse é o desejo de quase 300 moradores de Diadema que participaram ontem da 1ª Caminhada da Paz. O ato foi motivado após Davi Simões, 22 anos, ser morto em assalto no mês passado. “Estamos cansados de tantos crimes em nossa cidade. A passeata é um pedido nosso de socorro”, revela a idealizadora da ação Raquel Silva, 38.

A caminhada teve início na Praça da Moça, no Centro, e percorreu cerca de dois quilômetros, até chegar ao Parque do Povo. Durante o trajeto, os participantes carregaram faixas, camisetas, balões e rosas brancas com o intuito de mobilizar a população para cultura de paz. Um caminhão de som com músicas evangélicas também colaborou. “Queremos que haja mais amor entre as pessoas. Chega de violência”, declara a mãe de Davi, Sueli da Cunha, 47.

Quatorze anos depois de implementar a Lei 2.107/02, que ficou conhecida como Lei de Fechamento de Bares, a cidade registrou redução na taxa de homicídios de 90%. Mas, para a professora Danusia Félix, 65, a violência voltou a assustar. “Percebi que o índice de criminalidade aumentou muito nos últimos cinco anos. Para se ter ideia, fui assaltada três vezes.”

A violência contra a mulher, seja verbal, psicológica ou física, também amedronta. Em 2015, Diadema registrou 297 inquéritos policiais desse tipo. “Tempos atrás, fui perseguida por dois homens em uma moto. Não me sinto mais segura de andar na rua”, reclama a cobradora de ônibus Daiana Santana, 28, moradora do Jardim Inamar.

Agora, cabe aos jovens construir uma sociedade mais justa no futuro. “Tenho fé que vamos reverter toda essa situação”, afirma Breno Ramos, 11.

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