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Okinawanos do Brasil e de cinco países se reúnem em Diadema


Marcela Munhoz
Do Diário do Grande ABC

25/08/2008 | 07:23


Estima-se que 150 mil dos 1,5 milhão de nipo-brasileiros sejam originários de Okinawa, província situada no extremo sul do arquipélago japonês. Pelo menos dois mil deles, além de mais de 1.500 estrangeiros, estiveram neste fim de semana no Centro Cultural Okinawa do Brasil, em Diadema.

A festa fez parte das comemorações pelo centenário da imigração "Esse tipo de encontro tem um significado profundo", disse o presidente do Centro Cultural, Shinji Yonamine.

Durante o evento, os okinawanos assistiram a apresentações típicas, como os tocadores de taiko, os dançarinos de yotsudake, além de manifestações brasileiras, como festa junina e boi-bumbá.

Alberto Toguchi, 73 anos, veio de Suzano com a esposa, Zenaide, 64, para receber uma homenagem. Alberto é filho de Seijin Toguchi, um dos primeiros imigrantes de Okinawa a chegar no navio Kasato Maru. "Meu pai tinha 19 anos e veio atrás de uma vida melhor. Ele viveu durante anos em Santo André, onde existe uma praça com o seu nome", contou Alberto.

Os mais de 1.500 estrangeiros - que vieram do Peru, Bolívia, Argentina, Estados Unidos e Japão - ficaram encantados com a comida e com o jeito receptivo dos brasileiros. "Estou feliz em estar aqui. Tudo o que lembra a minha terra me emociona", disse Tomomi Shima, 34, que nasceu em Okinawa, mas mora no Havaí há 32 anos.

Akane Vehara, 16, e Arexi Nagamine, 17, de Okinawa, ficaram surpresas ao ver que a cultura da província é tão viva no Brasil. "A cultura dos brasileiros é diferente da nossa, mas é maravilhosa também", ressaltou Akane.



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