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Só falta a Prefeitura fazer a parte dela


Angelo Verotti
Do Diário do Grande ABC

19/05/2016 | 07:00


A confirmação dos estádios Bruno Daniel e 1º de Maio – e provavelmente o Anacleto Campanella – como centros de treinamentos para seleções que irão disputar o futebol nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto, veio em excelente momento.

Embora apenas a praça andreense vá sofrer intervenções por parte do COB (Comitê Olímpico Brasileiro), com a reforma do gramado, a notícia enche de orgulho não só os cidadãos de Santo André e São Bernardo, onde estão localizadas as arenas esportivas, mas os do Grande ABC em geral, que ficaram a ver navios antes, durante e depois da Copa do Mundo de 2014, uma vez que a região não teve qualquer participação na competição conquistada pela seleção da Alemanha.

Vale lembrar que a escolha dos estádios regionais traz benefícios a diversos setores, principalmente ao de turismo. Hotéis e restaurantes devem ser agraciados com aumento no número de clientes, principalmente os estrangeiros que estarão no Brasil para acompanhar a Olimpíada. As empresas que prestam serviço de transporte, seja por meio de vans, táxis ou ônibus, também estão entre as que mais devem colher os louros. Isso sem contar o aumento na captação de impostos por parte das prefeituras, principalmente em período de redução de gastos em todos os setores da economia.

Mas é necessário que a administração pública também faça a parte dela, especialmente Santo André, que por mais de uma vez adiou as obras conclusivas do Bruno Daniel, com a construção de dois novos vestiários, instalação de elevadores e, especialmente, a colocação de torres de iluminação para a retomada dos jogos noturnos.

A Prefeitura havia, inicialmente, prometido o término completo da reforma da praça esportiva para dezembro de 2015, tendo em vista a participação do Santo André na Série A-2 do Campeonato Paulista, da qual conquistou o título. Tempos depois, a administração adiou as obras para abril. Já no fim da competição, quando houve mais uma vez a prorrogação, agora para dezembro, no apagar das luzes (ou não) do governo Carlos Grana (PT), que irá disputar a reeleição em outubro.

É fato que o Ramalhão ficará sem casa para a fase inicial da Copa Paulista, uma vez que a competição terá início em julho e o estádio ficará à disposição do COB até outubro. Mas o clube acabará beneficiado pela reforma do gramado, que era preocupação para a disputa da elite do Paulista em 2017. Resta, agora, o senhor prefeito cumprir o prometido.

O 1º de Maio ficará sob responsabilidade do COB até agosto e o Anacleto Campanella ainda não foi oficialmente cedido, o que deve ocorrer em breve. Estamos de olho.



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