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E se as obras paradas estivessem prontas?


Beto Silva

05/05/2016 | 07:00


Dezenas de obras paradas no Grande ABC por falta de repasses do governo federal. Praticamente nada anda. Conclusão: o poder de investimento das sete cidades é quase que totalmente dependente da União. Se o Planalto falhar, a região fica estagnada. A lista de projetos paralisados é grande: corredores de ônibus; praça de esportes em Diadema; piscinão de São Bernardo; Museu do Trabalhador; Hospital da Vila Luzita; uma dezena de creches; algumas UPAs. Se tudo isso estivesse em pleno funcionamento, os prefeitos teriam outros problemas, já que o custeio desses equipamentos é alto e, neste momento de crise, com as administrações inchadas e sem dinheiro, os serviços a serem prestados ficariam comprometidos. Aliás, já estão. Faltam médicos, professores, empresas estão sem receber e até papel higiênico não há em alguns prédios públicos. O que falta mesmo é planejamento por parte dos gestores, que desde muito tempo não são capazes de implementar uma engrenagem pública sustentável e saudável. São os mesmos que toda eleição fazem discursos se promovendo como salvadores da Pátria, capazes de desenvolver as cidades de modo nunca antes visto. Eles já estão por aí outra vez, neste momento de pré-campanha eleitoral. Preparem os ouvidos e o estômago.

Assinatura polêmica
O deputado Atila Jacomussi deixou o PCdoB para ingressar no PSB na esperança de que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) suba em seu palanque na campanha pela Prefeitura de Mauá, em outubro, já que os socialistas têm parceria azeitada com os tucanos, inclusive com o vice-governador, Márcio França. Mas nesta semana chamou a atenção na Assembleia Legislativa a assinatura de Atila no pedido de CPI da Merenda, solicitado pelo PT. Interlocutores do Palácio dos Bandeirantes já foram avisados da atitude do parlamentar.

Clima quente
Por falar em CPI da Merenda, os ânimos estão exaltados no Parlamento paulista. A ocupação da Assembleia por estudantes, que pressionam os deputados para abrir a investigação, tem deixado o governo e a base aliada sem saber o que fazer. Delegado Olim (PP) é um dos mais exaltados. Disse que tem de haver respeito com a Casa e afirmou que “se deputado vier, vai apanhar junto”. Luiz Turco (PT) destacou “proteção e apoio incondicional aos estudantes”.

Homenagem
O prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), já homenageou Luiz Gushiken (dirigente sindical e ministro), Regina Rocco Casa (mãe de Marisa Letícia, mulher de Lula) e Celso Daniel (prefeito de Santo André) ao dar seus nomes a CEUs (Centros Educacionais Unificados). Agora, o chefe do Executivo escolheu Luiza Maria de Farias para denominar o equipamento que está sendo finalizado no Jardim Silvina. Ela foi dona da lanchonete do Sindicato dos Metalúrgicos durante muitos anos, desde a década de 1970. Orgulhava-se de ter oferecido o primeiro café a Lula depois de um mês preso no Dops, em 1980. Ela morreu em 2012. 



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E se as obras paradas estivessem prontas?

Beto Silva

05/05/2016 | 07:00


Dezenas de obras paradas no Grande ABC por falta de repasses do governo federal. Praticamente nada anda. Conclusão: o poder de investimento das sete cidades é quase que totalmente dependente da União. Se o Planalto falhar, a região fica estagnada. A lista de projetos paralisados é grande: corredores de ônibus; praça de esportes em Diadema; piscinão de São Bernardo; Museu do Trabalhador; Hospital da Vila Luzita; uma dezena de creches; algumas UPAs. Se tudo isso estivesse em pleno funcionamento, os prefeitos teriam outros problemas, já que o custeio desses equipamentos é alto e, neste momento de crise, com as administrações inchadas e sem dinheiro, os serviços a serem prestados ficariam comprometidos. Aliás, já estão. Faltam médicos, professores, empresas estão sem receber e até papel higiênico não há em alguns prédios públicos. O que falta mesmo é planejamento por parte dos gestores, que desde muito tempo não são capazes de implementar uma engrenagem pública sustentável e saudável. São os mesmos que toda eleição fazem discursos se promovendo como salvadores da Pátria, capazes de desenvolver as cidades de modo nunca antes visto. Eles já estão por aí outra vez, neste momento de pré-campanha eleitoral. Preparem os ouvidos e o estômago.

Assinatura polêmica
O deputado Atila Jacomussi deixou o PCdoB para ingressar no PSB na esperança de que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) suba em seu palanque na campanha pela Prefeitura de Mauá, em outubro, já que os socialistas têm parceria azeitada com os tucanos, inclusive com o vice-governador, Márcio França. Mas nesta semana chamou a atenção na Assembleia Legislativa a assinatura de Atila no pedido de CPI da Merenda, solicitado pelo PT. Interlocutores do Palácio dos Bandeirantes já foram avisados da atitude do parlamentar.

Clima quente
Por falar em CPI da Merenda, os ânimos estão exaltados no Parlamento paulista. A ocupação da Assembleia por estudantes, que pressionam os deputados para abrir a investigação, tem deixado o governo e a base aliada sem saber o que fazer. Delegado Olim (PP) é um dos mais exaltados. Disse que tem de haver respeito com a Casa e afirmou que “se deputado vier, vai apanhar junto”. Luiz Turco (PT) destacou “proteção e apoio incondicional aos estudantes”.

Homenagem
O prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), já homenageou Luiz Gushiken (dirigente sindical e ministro), Regina Rocco Casa (mãe de Marisa Letícia, mulher de Lula) e Celso Daniel (prefeito de Santo André) ao dar seus nomes a CEUs (Centros Educacionais Unificados). Agora, o chefe do Executivo escolheu Luiza Maria de Farias para denominar o equipamento que está sendo finalizado no Jardim Silvina. Ela foi dona da lanchonete do Sindicato dos Metalúrgicos durante muitos anos, desde a década de 1970. Orgulhava-se de ter oferecido o primeiro café a Lula depois de um mês preso no Dops, em 1980. Ela morreu em 2012. 

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