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Moradores de rua agredidos por seguranças



14/02/2012 | 04:22


Dois moradores de rua foram agredidos, no início da noite de ontem, por dois seguranças do supermercado Futurama, na Lapa, zona oeste da capital paulista. Um deles entrou no estabelecimento para comprar uma garrafa de cachaça e, quando se aproximava do caixa para pagar a bebida, foi abordado por um dos seguranças, que a acusou de furto, tendo início uma discussão.

 

O outro morador de rua, identificado como Sampaio, entrou no supermercado para ajudar o colega que apanhava e foi agredido também, e com mais violência, pelos seguranças. Clientes gravaram as agressões com o uso de celulares. Policiais militares foram acionados.

 

Sampaio teve hematomas pelo corpo, corte na testa, lesão em um dos olhos e nas pernas. Encaminhado ao Pronto-Socorro da Lapa, ele teria sido "orientado" pelos PMs a não registrar boletim de ocorrência, já que os seguranças também são policiais militares. Os policiais negam e dizem que Sampaio simplesmente não quis ir para a delegacia.

 

Mesmo os clientes se prontificando a servir de testemunha das agressões, Sampaio, com medo de ser alvo fácil de eventuais represálias, pois mora na rua, não registrou queixa. As duas vítimas moram sob o viaduto da Lapa.



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Moradores de rua agredidos por seguranças


14/02/2012 | 04:22


Dois moradores de rua foram agredidos, no início da noite de ontem, por dois seguranças do supermercado Futurama, na Lapa, zona oeste da capital paulista. Um deles entrou no estabelecimento para comprar uma garrafa de cachaça e, quando se aproximava do caixa para pagar a bebida, foi abordado por um dos seguranças, que a acusou de furto, tendo início uma discussão.

 

O outro morador de rua, identificado como Sampaio, entrou no supermercado para ajudar o colega que apanhava e foi agredido também, e com mais violência, pelos seguranças. Clientes gravaram as agressões com o uso de celulares. Policiais militares foram acionados.

 

Sampaio teve hematomas pelo corpo, corte na testa, lesão em um dos olhos e nas pernas. Encaminhado ao Pronto-Socorro da Lapa, ele teria sido "orientado" pelos PMs a não registrar boletim de ocorrência, já que os seguranças também são policiais militares. Os policiais negam e dizem que Sampaio simplesmente não quis ir para a delegacia.

 

Mesmo os clientes se prontificando a servir de testemunha das agressões, Sampaio, com medo de ser alvo fácil de eventuais represálias, pois mora na rua, não registrou queixa. As duas vítimas moram sob o viaduto da Lapa.

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