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Mateus reforça acusação contra Ozelito

Tucano apresenta nomes de funcionários do governo do PT em Mauá indicados pelo vereador


Mark Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

14/02/2012 | 07:05


Pré-candidato a prefeito de Mauá, Mateus Prado (PSDB) reforçou ontem a acusação feita semana passada contra o vereador e também pré-candidato ao Paço Irmão Ozelito (PTB), que votaria a favor do governo Oswaldo Dias (PT) na Câmara em troca da manutenção de 20 apoiadores em cargos em comissão na administração petista - o esquema é chamado de mensalinho pelo acusador. O tucano apresentou dois nomes de funcionários públicos municipais ligados ao petebista.

Levy Davinson de Barros e Patrícia Ribeiro da Silva são assessores da Secretaria de Finanças, comandada por Paulo Suares (PT). O primeiro é filho do Pastor Joel, amigo de Ozelito. Nenhum dos dois comissionados, no entanto, é filiado ao PTB ou militou no PSB, partido do parlamentar até agosto. Também não constam nas relações entregues por PV e PTdoB ao Tribunal Superior Eleitoral - as agremiações articulam trinca com o petebista para a eleição de 7 de outubro.

Apesar da falta de evidências, Mateus confia na acusação. "Tenho tese e provo. Não vou ficar desmoralizado." A abertura de governos a aliados é recorrente no Brasil. No caso de Ozelito, no entanto, a situação é considerada pelo tucano como "imoral", já que, além de ser pré-candidato a prefeito (tendo de concorrer obrigatoriamente contra Oswaldo Dias, que tentará a reeleição), o petebista se intitula "independente", desferindo diversas críticas à gestão do PT na tribuna da Câmara. "Vou passar a história política de Mauá a limpo", promete Mateus.

Ontem, novamente, Irmão Ozelito não quis comentar o assunto. Ele mantém silêncio desde que o caso veio à tona, na quarta-feira, quando foi citado no Facebook do tucano. O parlamentar acredita que se posicionar sobre o episódio pode alimentar a polêmica, o que tenderia a causar danos irreversíveis à sua tentativa de viabilização de candidatura ao Executivo.

 

OUTRO ALVO
Irmão Ozelito não é o único vereador alvo da acusação de exercer o mensalinho. O primeiro denunciado por Mateus foi o seu colega de partido Edimar da Reciclagem (PSDB), com quem briga para ser o nome tucano na corrida majoritária - a sigla deverá indicar o vice da deputada estadual Vanessa Damo (PMDB).

Edimar, contudo, tem se manifestado sobre o assunto e nega ter indicado aliados para o governo petista. O PSDB deflagrou operação pente-fino para identificar filiados a serviço de Oswaldo e expulsá-los da legenda.



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Mateus reforça acusação contra Ozelito

Tucano apresenta nomes de funcionários do governo do PT em Mauá indicados pelo vereador

Mark Ribeiro
Do Diário do Grande ABC

14/02/2012 | 07:05


Pré-candidato a prefeito de Mauá, Mateus Prado (PSDB) reforçou ontem a acusação feita semana passada contra o vereador e também pré-candidato ao Paço Irmão Ozelito (PTB), que votaria a favor do governo Oswaldo Dias (PT) na Câmara em troca da manutenção de 20 apoiadores em cargos em comissão na administração petista - o esquema é chamado de mensalinho pelo acusador. O tucano apresentou dois nomes de funcionários públicos municipais ligados ao petebista.

Levy Davinson de Barros e Patrícia Ribeiro da Silva são assessores da Secretaria de Finanças, comandada por Paulo Suares (PT). O primeiro é filho do Pastor Joel, amigo de Ozelito. Nenhum dos dois comissionados, no entanto, é filiado ao PTB ou militou no PSB, partido do parlamentar até agosto. Também não constam nas relações entregues por PV e PTdoB ao Tribunal Superior Eleitoral - as agremiações articulam trinca com o petebista para a eleição de 7 de outubro.

Apesar da falta de evidências, Mateus confia na acusação. "Tenho tese e provo. Não vou ficar desmoralizado." A abertura de governos a aliados é recorrente no Brasil. No caso de Ozelito, no entanto, a situação é considerada pelo tucano como "imoral", já que, além de ser pré-candidato a prefeito (tendo de concorrer obrigatoriamente contra Oswaldo Dias, que tentará a reeleição), o petebista se intitula "independente", desferindo diversas críticas à gestão do PT na tribuna da Câmara. "Vou passar a história política de Mauá a limpo", promete Mateus.

Ontem, novamente, Irmão Ozelito não quis comentar o assunto. Ele mantém silêncio desde que o caso veio à tona, na quarta-feira, quando foi citado no Facebook do tucano. O parlamentar acredita que se posicionar sobre o episódio pode alimentar a polêmica, o que tenderia a causar danos irreversíveis à sua tentativa de viabilização de candidatura ao Executivo.

 

OUTRO ALVO
Irmão Ozelito não é o único vereador alvo da acusação de exercer o mensalinho. O primeiro denunciado por Mateus foi o seu colega de partido Edimar da Reciclagem (PSDB), com quem briga para ser o nome tucano na corrida majoritária - a sigla deverá indicar o vice da deputada estadual Vanessa Damo (PMDB).

Edimar, contudo, tem se manifestado sobre o assunto e nega ter indicado aliados para o governo petista. O PSDB deflagrou operação pente-fino para identificar filiados a serviço de Oswaldo e expulsá-los da legenda.

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