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Riqueza em forma de arte

André Henriques/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Pinacoteca de São Bernardo abre as portas
para três exposições simultâneas e gratuitas


Vinícius Castelli

02/05/2016 | 07:00


 Todo espaço é para mostrar arte quando o assunto é a Pinacoteca de São Bernardo (Rua Kara, 105. Tel.: 4125-2466). O local apresenta agora três novas exposições, com entradas gratuitas, e que seguem em cartaz até dia 28. Uma delas, Cuiabá 153 e Portões Que Falam, que nasceu pelas mãos de Sueli de Moraes, toma conta do espaço após ilustrar 50 residências ao longo de diversas ruas da Vila Alzira, em Santo André, em março.

Com curadoria da própria Sueli, a exposição choca, questiona e dá brilho aos olhos. Na sexta-feira, Luiz Gonzaga de Souza, responsável desde 1990 pelas instalações da casa, dava os últimos retoques para que tudo ficasse pronto para receber o visitante.

Logo na entrada, almofadas que fazem parte do trabalho Relaxar Como?, assinado por Maze Luisa de Sousa, instigam o visitante a questionar os rumos do meio ambiente. Batizado Íris, o trabalho de Angelo Rodrigues, feito com tecido, aro, madeira, argila, papel Paraná e tinta acrílica, ocupa quase uma parede toda e chama a atenção.

Fiquei espantado com essas obras”, diz João Delijaicov Filho, curador da Pinacoteca desde sua abertura. “Foi uma grande surpresa para mim ver tudo isso”, diz ele, que não deixa de citar o trabalho social de Sueli, já que a ideia original do projeto Cuiabá 153 e Portões Que Falam, com as obras na rua, é também fazer interagir a vizinhança.

Entre instalações, fotografias e diversas outras peças, Lágrimas da Terra, assinada por Sueli, chama a atenção. Com fios dourados, a obra foi feita com madeira, tinta acrílica e tinta de terra. Pintura em carvão e tinta sobre tecido, o trabalho batizado Tapuias II, de Alexandre Barasino, retrata a vida indígena em toda uma parede da sala.

OUTRAS EXPOSIÇÕES<EM>
Na sala em frente está a mostra com peças da argentina radicada no Brasil Ana Rey e também de Rita Herckert, que constroem valores estéticos, históricos, conceituais e filosóficos. A curadoria é assinada por Rubens Pontes.

Outra exposição que pode ser vista é a que conta com 20 trabalhos do grupo Coletiva Alameda Glória. A reunião de pinturas, cujo tema é São Bernardo Antiga, é resultado de trabalho das alunas que participaram da oficina de pintura ministrada pela professora Kátia Raquel.



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Riqueza em forma de arte

Pinacoteca de São Bernardo abre as portas
para três exposições simultâneas e gratuitas

Vinícius Castelli

02/05/2016 | 07:00


 Todo espaço é para mostrar arte quando o assunto é a Pinacoteca de São Bernardo (Rua Kara, 105. Tel.: 4125-2466). O local apresenta agora três novas exposições, com entradas gratuitas, e que seguem em cartaz até dia 28. Uma delas, Cuiabá 153 e Portões Que Falam, que nasceu pelas mãos de Sueli de Moraes, toma conta do espaço após ilustrar 50 residências ao longo de diversas ruas da Vila Alzira, em Santo André, em março.

Com curadoria da própria Sueli, a exposição choca, questiona e dá brilho aos olhos. Na sexta-feira, Luiz Gonzaga de Souza, responsável desde 1990 pelas instalações da casa, dava os últimos retoques para que tudo ficasse pronto para receber o visitante.

Logo na entrada, almofadas que fazem parte do trabalho Relaxar Como?, assinado por Maze Luisa de Sousa, instigam o visitante a questionar os rumos do meio ambiente. Batizado Íris, o trabalho de Angelo Rodrigues, feito com tecido, aro, madeira, argila, papel Paraná e tinta acrílica, ocupa quase uma parede toda e chama a atenção.

Fiquei espantado com essas obras”, diz João Delijaicov Filho, curador da Pinacoteca desde sua abertura. “Foi uma grande surpresa para mim ver tudo isso”, diz ele, que não deixa de citar o trabalho social de Sueli, já que a ideia original do projeto Cuiabá 153 e Portões Que Falam, com as obras na rua, é também fazer interagir a vizinhança.

Entre instalações, fotografias e diversas outras peças, Lágrimas da Terra, assinada por Sueli, chama a atenção. Com fios dourados, a obra foi feita com madeira, tinta acrílica e tinta de terra. Pintura em carvão e tinta sobre tecido, o trabalho batizado Tapuias II, de Alexandre Barasino, retrata a vida indígena em toda uma parede da sala.

OUTRAS EXPOSIÇÕES<EM>
Na sala em frente está a mostra com peças da argentina radicada no Brasil Ana Rey e também de Rita Herckert, que constroem valores estéticos, históricos, conceituais e filosóficos. A curadoria é assinada por Rubens Pontes.

Outra exposição que pode ser vista é a que conta com 20 trabalhos do grupo Coletiva Alameda Glória. A reunião de pinturas, cujo tema é São Bernardo Antiga, é resultado de trabalho das alunas que participaram da oficina de pintura ministrada pela professora Kátia Raquel.

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