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Duelo de novinhas

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Maria Claudia e Munik, as caçulas do ‘BBB16’,
disputam nesta terça-feira prêmio de R$ 1,5 milhão


Miriam Gimenes

05/04/2016 | 07:00


 Existem três tipos de telespectadores do Big Brother Brasil: os que assistem e não escondem que são fissurados pelo programa; os que veem todos os dias, mas que comentam só com amigos; e os que, embora acompanhem desde o primeiro capítulo, não admitem nem ‘sob tortura’. O fato é que, em qualquer um dos grupos que esteja, o ‘fã’ com certeza não deixará de ligar a televisão hoje, às 22h20, para assistir à final da 16ª edição do programa. Nela, sairá milionária uma das duas caçulas da edição, Maria Claudia ou Munik, ambas com 19 anos de idade. Quem quer que seja a campeã, será a mais jovem da história do programa.

Esta foi uma das edições mais polêmicas do reality show, desde a primeira edição, que entrou no ar em 2002. Até por isso sua repercussão foi a maior dos últimos três anos: segundo dados do Ibope, teve 25 pontos em todo País (em 2015 foi 24 e, a anterior, 23). É claro que esse ‘sucesso’ se deu pelos personagens escolhidos a dedo, principalmente a Ana, que depois de cair nas graças do público – embora tenha ficado conhecida como ‘a louca’ – só saiu e perdeu o prêmio por um deslize seu. E, por isso, os que fizeram aliança com ela, que foi o caso de Munik, Dona Geralda e Ronan, ficaram até o fim.

Cacau, como se expôs mais, até por conta do relacionamento com Matheus, ganhou certa antipatia do público. Já Pequi, como ficou sendo chamada carinhosamente pelos participantes, por ter se aliado ‘aos fortes’ e ter se esquivado de grandes conflitos, é a favorita em sair com o prêmio na conta.

Pelo menos essa é a torcida da publicitária Cristiane Paggi, 34 anos. Ela, que é fã do programa desde 2002 – chegou a assinar o Globo Play para não perder nenhum lance – gostou muito desta edição. “Porque os participantes são pessoas totalmente diferentes e não necessariamente todos ‘bonitos, magros e estilo modelete’. A Dona Geralda já é uma idosa (63 anos), megacompetidora que tinha tudo pra ganhar”, diz.

Já a assessora de imprensa Thaisa Soares, 27, estava torcendo para o grupo do Daniel (Renan, Juliana, Tamiel), que foi sendo eliminado um a um pelo grupo da Ana Paula. “Começou a parecer que era meio forjado. Via as enquetes do UOL (que aponta o possível eliminado) e sempre dava o contrário. Parei um pouco de assistir.” Mas admite que, hoje, não terá como fugir do paredão derradeiro. Ela, no entanto, não tem vergonha de dizer que aumenta a audiência do BBB. “É um programa de animação, entretenimento, não tem nada a ver com cultura. Tem certas coisas que se for analisar são futilidades. E daí? Sempre assisti e tenho minhas concepções, para mim não influencia em nada.”

Polêmicas à parte, a final contará com todos os ex-participantes – inclusive Ana Paula, que foi desclassificada após agredir Renan, e Alan, que desistiu por conta da doença do pai – e show de Wesley Safadão e Ludmilla.



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Maria Claudia e Munik, as caçulas do ‘BBB16’,
disputam nesta terça-feira prêmio de R$ 1,5 milhão

Miriam Gimenes

05/04/2016 | 07:00


 Existem três tipos de telespectadores do Big Brother Brasil: os que assistem e não escondem que são fissurados pelo programa; os que veem todos os dias, mas que comentam só com amigos; e os que, embora acompanhem desde o primeiro capítulo, não admitem nem ‘sob tortura’. O fato é que, em qualquer um dos grupos que esteja, o ‘fã’ com certeza não deixará de ligar a televisão hoje, às 22h20, para assistir à final da 16ª edição do programa. Nela, sairá milionária uma das duas caçulas da edição, Maria Claudia ou Munik, ambas com 19 anos de idade. Quem quer que seja a campeã, será a mais jovem da história do programa.

Esta foi uma das edições mais polêmicas do reality show, desde a primeira edição, que entrou no ar em 2002. Até por isso sua repercussão foi a maior dos últimos três anos: segundo dados do Ibope, teve 25 pontos em todo País (em 2015 foi 24 e, a anterior, 23). É claro que esse ‘sucesso’ se deu pelos personagens escolhidos a dedo, principalmente a Ana, que depois de cair nas graças do público – embora tenha ficado conhecida como ‘a louca’ – só saiu e perdeu o prêmio por um deslize seu. E, por isso, os que fizeram aliança com ela, que foi o caso de Munik, Dona Geralda e Ronan, ficaram até o fim.

Cacau, como se expôs mais, até por conta do relacionamento com Matheus, ganhou certa antipatia do público. Já Pequi, como ficou sendo chamada carinhosamente pelos participantes, por ter se aliado ‘aos fortes’ e ter se esquivado de grandes conflitos, é a favorita em sair com o prêmio na conta.

Pelo menos essa é a torcida da publicitária Cristiane Paggi, 34 anos. Ela, que é fã do programa desde 2002 – chegou a assinar o Globo Play para não perder nenhum lance – gostou muito desta edição. “Porque os participantes são pessoas totalmente diferentes e não necessariamente todos ‘bonitos, magros e estilo modelete’. A Dona Geralda já é uma idosa (63 anos), megacompetidora que tinha tudo pra ganhar”, diz.

Já a assessora de imprensa Thaisa Soares, 27, estava torcendo para o grupo do Daniel (Renan, Juliana, Tamiel), que foi sendo eliminado um a um pelo grupo da Ana Paula. “Começou a parecer que era meio forjado. Via as enquetes do UOL (que aponta o possível eliminado) e sempre dava o contrário. Parei um pouco de assistir.” Mas admite que, hoje, não terá como fugir do paredão derradeiro. Ela, no entanto, não tem vergonha de dizer que aumenta a audiência do BBB. “É um programa de animação, entretenimento, não tem nada a ver com cultura. Tem certas coisas que se for analisar são futilidades. E daí? Sempre assisti e tenho minhas concepções, para mim não influencia em nada.”

Polêmicas à parte, a final contará com todos os ex-participantes – inclusive Ana Paula, que foi desclassificada após agredir Renan, e Alan, que desistiu por conta da doença do pai – e show de Wesley Safadão e Ludmilla.

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