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Sto.André: Coop confirma fim da parceria


Nelson Cilo
Do Diário do Grande ABC

05/03/2008 | 07:00


É o fim da polêmica? O presidente da Coop, Antonio José Monte, confirmou nesta terça-feira que não pretende renovar a parceria entre a Cooperativa de Consumo e o Santo André. Segundo ele, alguns motivos levaram a rede a desistir do patrocínio, prorrogado até o dia 4 de abril. “Em setembro, enviamos o primeiro comunicado e, em dezembro, o segundo. Mesmo assim, concordamos em ampliar o prazo para mais três meses de vigência”, disse.

Ao explicar as razões que motivaram o previsível rompimento de um estreito vínculo de dez anos, Monte revelou terça-feira à tarde, na entrevista exclusiva ao Diário, que os acionistas da Coop começaram a colocar em dúvida, nas assembléias, o retorno financeiro dos investimentos voltados ao Santo André. A últimas delas, em março de 2007, exigia outra postura comercial e administrativa da Coop. Em seguida, recorda, veio a mudança no perfil do clube, que assumiu a Gestão Empresarial liderada pelo presidente Romualdo Magro Júnior e pelo vice Ronan Maria Pinto. Saiu Jairo Livolis, que continua como vice no Jaçatuba.

“O Santo André sempre representou algo positivo que ajudou a fortalecer ainda mais a imagem da Coop, mas fomos pressionados a redirecionar a nossa estratégia de marketing para o social e o meio ambiente”, reafirmou. “Se o futebol do Santo André decidiu assumir um sistema baseado na geração de lucros, era como déssemos aos atuais comandantes a chance de buscar novos recursos. Na verdade, essa é uma tese defendida pelos acionistas da Coop. Eles entendem que o Santo André não poderia depender só da Coop, mas deve procurar diferentes parcerias”, observa Monte, que não admite atribuir o gesto da Coop a uma suposta solidariedade a Jairo Livolis, afastado algum tempo depois de assumir o comando na Gestão Empresarial.

“Absolutamente. Não tem nenhum fundamento. Isso é boataria. O Jairo (Livolis) é tão meu amigo quanto é o Romualdo (Magro Júnior, presidente), o Ronan (Maria Pinto, vice), o Evenson (Robles Dotto, candidato a diretor-financeiro)”, garante.

Nem os manifestos das torcidas organizadas, que apelam pela permanência da Coop e a vêem como símbolo do Santo André, parecem suficientes para convencê-lo a mudar de idéia. “Às vezes, a gente é obrigado a colocar o racional na frente do emocional. Como torcedor, também quero ver o Santo André subir, subir...”, concluiu.



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