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Palmeiras dá vexame em casa e perde para o Nacional

Ricardo Trida/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Time jogou com um a mais desde os 43 minutos do primeiro tempo, mas ansiedade, nervosismo e teimosia minam reação no Allianz Parque


Dérek Bittencourt

10/03/2016 | 07:00


O desespero e a ansiedade voltaram a assombrar o Allianz Parque ontem à noite. Diante de visitante com proposta defensiva, mais uma vez o Palmeiras não conseguiu furar o bloqueio adversário, insistiu nos chuveirinhos e, mesmo com um a mais desde os 43 minutos do primeiro tempo, perdeu para o Nacional pela Libertadores. Os uruguaios abriram 2 a 0 no placar, Gabriel Jesus descontou e, apesar da pressão, o Verdão não chegou à igualdade.

Assim, perdeu a liderança do Grupo 2 para o rival, que atingiu os cinco pontos, contra quatro dos brasileiros. As equipes voltam a se enfrentar quarta-feira, em Montevidéu.

O primeiro tempo demonstrou um Palmeiras nervoso em busca do primeiro gol. Diante de adversário que atuou retrancado e buscou explorar os erros alviverdes, o time da casa teve muitas dificuldades para alcançar o gol de Conde.

O jogo apresentava lances duros e, logo na primeira falta cometida, Zé Roberto levou cartão amarelo. Fucile também foi punido em seguida. Apesar da posse palmeirense, estava complicado penetrar na zaga adversária. E o Nacional, que aguardava as falhas do Verdão, aproveitou duas delas para abrir vantagem no placar. Aos 37, Nico López recuperou, passou pela marcação e fez 1 a 0. Pouco depois, aos 40, Barcía foi lançado, driblou Prass e aumentou.

O árbitro assinalou cinco minutos de acréscimo por dois motivos: longa paralisação logo no início em razão de choque de cabeça entre jogadores do Nacional, e confusão generalizada na expulsão de Fucile – que levou o segundo amarelo por falta em Gabriel Jesus. Assim, aos 48, o Verdão descontou. Robinho enfiou para Cristaldo, mas a bola sobrou para Jesus driblar o goleiro e diminuir.

A segunda etapa foi um duelo entre o desorganizado ataque palmeirense e a defesa visitante. A vantagem numérica do Alviverde, no entanto, era imperceptível. Sobretudo porque abusava das bolas alçadas na área, a ponto de Vitor Hugo virar centroavante.

O Nacional ainda teve um segundo jogador expulso e, no último minuto, Lucas acertou a trave. Nada foi suficiente.


Jogadores lamentam placar e visam recuperar pontos fora


A maioria dos jogadores do Palmeiras deixou o gramado do Allianz Parque cabisbaixa, evitando falar com a imprensa. Restou aos que pararam dar as justificativas para o revés diante do Nacional.

“Tentamos, tentamos. Tem dia que a bola não entra”, disse o meia Robinho. “Não conseguimos ter calma, enfiar a bola, controlar melhor. Tínhamos de ter mais tranquilidade e até tivemos chances. É uma pena, tem dia que a gente insiste e a bola teima em não entrar”, afirmou o lateral Lucas.

Na visão dos palmeirenses, o revés dentro de casa força a equipe a buscar os pontos perdidos nos duelos como visitante – agora, em sequência, o Verdão encara o Nacional, no Uruguai, e o Rosário Central, na Argentina. “Temos de concentrar, ter calma, tranquilidade e buscar o resultado fora”, afirmou Lucas.

Sobre o último lance do jogo, quando acertou a trave de Conde, o lateral desabafou. “Só acontece com quem está lá dentro. Acho que até finalizei bem, mas a curva dela foi para fora”, lamentou. 



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Palmeiras dá vexame em casa e perde para o Nacional

Time jogou com um a mais desde os 43 minutos do primeiro tempo, mas ansiedade, nervosismo e teimosia minam reação no Allianz Parque

Dérek Bittencourt

10/03/2016 | 07:00


O desespero e a ansiedade voltaram a assombrar o Allianz Parque ontem à noite. Diante de visitante com proposta defensiva, mais uma vez o Palmeiras não conseguiu furar o bloqueio adversário, insistiu nos chuveirinhos e, mesmo com um a mais desde os 43 minutos do primeiro tempo, perdeu para o Nacional pela Libertadores. Os uruguaios abriram 2 a 0 no placar, Gabriel Jesus descontou e, apesar da pressão, o Verdão não chegou à igualdade.

Assim, perdeu a liderança do Grupo 2 para o rival, que atingiu os cinco pontos, contra quatro dos brasileiros. As equipes voltam a se enfrentar quarta-feira, em Montevidéu.

O primeiro tempo demonstrou um Palmeiras nervoso em busca do primeiro gol. Diante de adversário que atuou retrancado e buscou explorar os erros alviverdes, o time da casa teve muitas dificuldades para alcançar o gol de Conde.

O jogo apresentava lances duros e, logo na primeira falta cometida, Zé Roberto levou cartão amarelo. Fucile também foi punido em seguida. Apesar da posse palmeirense, estava complicado penetrar na zaga adversária. E o Nacional, que aguardava as falhas do Verdão, aproveitou duas delas para abrir vantagem no placar. Aos 37, Nico López recuperou, passou pela marcação e fez 1 a 0. Pouco depois, aos 40, Barcía foi lançado, driblou Prass e aumentou.

O árbitro assinalou cinco minutos de acréscimo por dois motivos: longa paralisação logo no início em razão de choque de cabeça entre jogadores do Nacional, e confusão generalizada na expulsão de Fucile – que levou o segundo amarelo por falta em Gabriel Jesus. Assim, aos 48, o Verdão descontou. Robinho enfiou para Cristaldo, mas a bola sobrou para Jesus driblar o goleiro e diminuir.

A segunda etapa foi um duelo entre o desorganizado ataque palmeirense e a defesa visitante. A vantagem numérica do Alviverde, no entanto, era imperceptível. Sobretudo porque abusava das bolas alçadas na área, a ponto de Vitor Hugo virar centroavante.

O Nacional ainda teve um segundo jogador expulso e, no último minuto, Lucas acertou a trave. Nada foi suficiente.


Jogadores lamentam placar e visam recuperar pontos fora


A maioria dos jogadores do Palmeiras deixou o gramado do Allianz Parque cabisbaixa, evitando falar com a imprensa. Restou aos que pararam dar as justificativas para o revés diante do Nacional.

“Tentamos, tentamos. Tem dia que a bola não entra”, disse o meia Robinho. “Não conseguimos ter calma, enfiar a bola, controlar melhor. Tínhamos de ter mais tranquilidade e até tivemos chances. É uma pena, tem dia que a gente insiste e a bola teima em não entrar”, afirmou o lateral Lucas.

Na visão dos palmeirenses, o revés dentro de casa força a equipe a buscar os pontos perdidos nos duelos como visitante – agora, em sequência, o Verdão encara o Nacional, no Uruguai, e o Rosário Central, na Argentina. “Temos de concentrar, ter calma, tranquilidade e buscar o resultado fora”, afirmou Lucas.

Sobre o último lance do jogo, quando acertou a trave de Conde, o lateral desabafou. “Só acontece com quem está lá dentro. Acho que até finalizei bem, mas a curva dela foi para fora”, lamentou. 

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