Os jornalistas escreveram o livro com base em alegações de que contratos do governo, no valor de cerca de US$ 170 milhões, foram concedidos a empresas ligadas a Fabrício Correa, irmão mais velho do presidente. Rafael Correa negou que soubesse das negociações do irmão com o Estado e afirmou que os contratos foram cancelados. Ele entrou com a ação no ano passado, pedindo US$ 10 milhões como reparação.
Ramiro Aguilar, advogado dos jornalistas, disse em uma entrevista que vai recorrer da decisão. Ele não descarta ir ao Tribunal Nacional de Justiça. Calderon afirmou a jornalistas nesta terça-feira que a decisão é "desproporcional e absurda", mas é também "um modo de punir o trabalho jornalístico". Desde que tomou posse em 2007, Rafael Correa com frequência critica e entra em confrontos com jornalistas. As informações são da Dow Jones.
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