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Tráfico e caça-níqueis ordenaram mortes


Evandro De Marco
Do Diário do Grande ABC

18/04/2010 | 07:20


Durante depoimento no Centro Hospitalar Municipal de Santo André, na noite de anteontem, o ex-soldado da Polícia Militar Jairo Ramos dos Santos, 40 anos, afirmou que as mortes dos três policiais civis da cidade - ocorridas entre março do ano passado e terça-feira - foram encomendadas por integrantes do tráfico de drogas e da máfia dos caça-níqueis.

Santos disse que não perguntava o motivo pelo qual era contratado para executar as vítimas, mas, uma vez, teria indagado seu comparsa - identificado apenas como Carlinhos - a razão para os crimes em Santo André e teria recebido essa resposta do parceiro, supostamente responsável pela ligação entre o matador e os mandantes.

Mesmo antes da confissão do ex-soldado, o diretor do Demacro (Departamento de Polícia Judiciária da Macro Região), delegado Marcos Carneiro, já suspeitava que os crimes estavam relacionados à máfia dos caça-níqueis e ao tráfico de drogas. "Vamos tentar descobrir o motivo para os crimes, se havia irregularidades por parte dos policiais mortos, se era alguma outra questão pessoal ou pela atividade de investigação deles."

No dia em que chegou ao Hospital Geral Pirajussara, em Taboão da Serra, o ex-PM pediu a um policial civil (pensando ser um médico) que entrasse em contato com seu advogado e fosse avisado aos "chefões" de que estava hospitalizado. No depoimento, Santos alegou que só queria avisar os mandantes dos homicídios e não deu mais detalhes.



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Tráfico e caça-níqueis ordenaram mortes

Evandro De Marco
Do Diário do Grande ABC

18/04/2010 | 07:20


Durante depoimento no Centro Hospitalar Municipal de Santo André, na noite de anteontem, o ex-soldado da Polícia Militar Jairo Ramos dos Santos, 40 anos, afirmou que as mortes dos três policiais civis da cidade - ocorridas entre março do ano passado e terça-feira - foram encomendadas por integrantes do tráfico de drogas e da máfia dos caça-níqueis.

Santos disse que não perguntava o motivo pelo qual era contratado para executar as vítimas, mas, uma vez, teria indagado seu comparsa - identificado apenas como Carlinhos - a razão para os crimes em Santo André e teria recebido essa resposta do parceiro, supostamente responsável pela ligação entre o matador e os mandantes.

Mesmo antes da confissão do ex-soldado, o diretor do Demacro (Departamento de Polícia Judiciária da Macro Região), delegado Marcos Carneiro, já suspeitava que os crimes estavam relacionados à máfia dos caça-níqueis e ao tráfico de drogas. "Vamos tentar descobrir o motivo para os crimes, se havia irregularidades por parte dos policiais mortos, se era alguma outra questão pessoal ou pela atividade de investigação deles."

No dia em que chegou ao Hospital Geral Pirajussara, em Taboão da Serra, o ex-PM pediu a um policial civil (pensando ser um médico) que entrasse em contato com seu advogado e fosse avisado aos "chefões" de que estava hospitalizado. No depoimento, Santos alegou que só queria avisar os mandantes dos homicídios e não deu mais detalhes.

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