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Crise nas Bolsas pesará sobre crescimento mundial, diz FMI


Da AFP

22/08/2007 | 11:00


A crise que os mercados financeiros vêm enfrentando por conta da inadimplência no crédito imobiliário dos Estados Unidos pesará sobre o crescimento mundial, afirmou nesta quarta-feira John Lipsky, diretor-gerente adjunto do FMI (Fundo Monetário Internacional).

Em entrevista ao site do jornal Financial Times, Lipsky declarou que os mercados emergentes resistiram bem até agora às crises das Bolsas, mas seria otimista demais afirmar que elas não terão nenhuma conseqüência".

"Um certo número de instituições financeiras entre as que foram mais afetadas não tem sede nos Estados Unidos", destacou. "Seria insensato pensar que os mercados emergentes não serão atingidos por tensões graves nos mercados desenvolvidos. Mas eles estão, sem dúvida, mais preparados hoje para enfrentar as tensões do que no passado", afirmou.

O diretor gerente adjunto do FMI não precisou a intensidade do desaquecimento esperado para o crescimento mundial. "Não sabemos ainda se o desaquecimento vai ser conseqüente ou moderado, e se ele vai ser temporário ou mais duradouro", afirmou.

Lipsky considerou ainda que as crises atuais devem durar, em razão das incertezas que elas geram sobre o crescimento."Vai demorar, até que os mercados reencontrem um nível normal de volatilidade", afirmou.

"Os controladores mundiais devem tirar lições disso e agir, já que os riscos não foram identificados", declarou Lipsky.



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Crise nas Bolsas pesará sobre crescimento mundial, diz FMI

Da AFP

22/08/2007 | 11:00


A crise que os mercados financeiros vêm enfrentando por conta da inadimplência no crédito imobiliário dos Estados Unidos pesará sobre o crescimento mundial, afirmou nesta quarta-feira John Lipsky, diretor-gerente adjunto do FMI (Fundo Monetário Internacional).

Em entrevista ao site do jornal Financial Times, Lipsky declarou que os mercados emergentes resistiram bem até agora às crises das Bolsas, mas seria otimista demais afirmar que elas não terão nenhuma conseqüência".

"Um certo número de instituições financeiras entre as que foram mais afetadas não tem sede nos Estados Unidos", destacou. "Seria insensato pensar que os mercados emergentes não serão atingidos por tensões graves nos mercados desenvolvidos. Mas eles estão, sem dúvida, mais preparados hoje para enfrentar as tensões do que no passado", afirmou.

O diretor gerente adjunto do FMI não precisou a intensidade do desaquecimento esperado para o crescimento mundial. "Não sabemos ainda se o desaquecimento vai ser conseqüente ou moderado, e se ele vai ser temporário ou mais duradouro", afirmou.

Lipsky considerou ainda que as crises atuais devem durar, em razão das incertezas que elas geram sobre o crescimento."Vai demorar, até que os mercados reencontrem um nível normal de volatilidade", afirmou.

"Os controladores mundiais devem tirar lições disso e agir, já que os riscos não foram identificados", declarou Lipsky.

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