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Davi Zaia exalta Alex e dá recado a Dib

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Presidente do PPS-SP diz que eventual filiação do tucano
na nova sigla MD não pode se transformar em embate


Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

01/05/2013 | 07:00


Secretário estadual de Gestão Pública e presidente paulista do PPS, Davi Zaia já manifesta sua preferência caso o ex-prefeito de São Bernardo e deputado federal William Dib (PSDB) resolva migrar para a MD (Mobilização Democrática): ficará do lado do deputado estadual Alex Manente (PPS). O cacique popular-socialista, que tem liderado o processo de fusão de PPS e PMN no Estado, garante que toda amarração para formação da MD terá como ponto de partida os quadros eleitos das duas siglas. "No Grande ABC, concretamente, não partiremos do zero. Temos o Alex, que é grande liderança, fez o partido crescer com sua coordenação (...) Você não vai para um processo desse num embate. Isso vale para o Dib, para os outros deputados e para os nossos". Em entrevista exclusiva ao Diário, Zaia afirma que a MD hoje caminha para apoiar a candidatura presidencial do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e que ficará ao lado de Geraldo Alckmin (PSDB) no projeto de reeleição ao governo de São Paulo, no ano que vem. Também comenta sobre uma possível filiação do ex-governador paulista José Serra (PSDB) e avalia que o Grande ABC tem potencial de lançar diversos candidatos a deputado estadual para preencher a lacuna deixada por Alex, que em 2014 tentará uma cadeira na Câmara dos Deputados, em Brasília. Além de análise do cenário político com a formação da MD, o secretário de Gestão Pública opina sobre o imbróglio envolvendo a construção do Poupatempo em Santo André e diz que proposta para instalação de unidade em Mauá segue em análise no Palácio dos Bandeirantes.

 

DIÁRIO - No início do mês, surgiu a informação de que a Prefeitura de Santo André havia sido notificada pela Justiça contestando os valores pagos pela administração à empresa Rhodia pelo terreno escolhido para instalação do Poupatempo da cidade. Esse fato interfere no cronograma de construção da unidade?

DAVI ZAIA - A discussão de valor pago não compete ao Estado. O Estado precisa do terreno liberado no ponto de vista de a Prefeitura ter condições de assinar o termo de cessão de terreno por prazo determinado, de 20 anos. Se a Prefeitura estiver em condições de assinar esse documento, o Estado pode implantar o Poupatempo. Em funções de problemas que a Prefeitura tenha, e que o Estado não se envolve, se ela não puder a cessão do terreno, não posso iniciar a implantação do Poupatempo.

 

DIÁRIO - O Estado trabalha com algum prazo limite para construção do Poupatempo na cidade?

ZAIA - Se eu não consigo ter o espaço disponibilizado, eu não consigo implantar. Não posso começar a implementar o Poupatempo num espaço que amanhã não poderei utilizar. Antes havia identificado problema de contaminação, que está sendo resolvido. Agora o terreno é contestado por qualquer outra razão. São questões permanentes da ação pública. Precisa ter tudo legalizado e tudo certo para fazer, sob pena de investir recursos depois perdê-los.

 

DIÁRIO - Há possibilidade de engavetar a implementação no município?

ZAIA -A decisão foi tomada há bastante tempo de fazer o Poupatempo em Santo André. Agora precisa se resolver os problemas. A Prefeitura precisa resolver os problemas dela e nós estamos prontos para iniciar o processo assim que a Prefeitura disser que dá para assinar o termo de cessão de uso do terreno. Se não houver isso, não dá para fazer. O projeto está garantido, mas tem de resolver os problemas comuns a qualquer construção de bem público.

 

DIÁRIO -A construção do Poupatempo de Mauá é viável?

ZAIA - Isso ainda não tem definição. O governador não bateu o martelo, mas está caminhando bem, estamos discutindo.

 

DIÁRIO - Qual perfil, nacional e estadual, que a MD vai adotar?

ZAIA - Não há grandes mudanças. O PPS é partido de oposição ao governo federal, a MD vai continuar nessa mesma postura. Há conversas com Eduardo Campos. A possibilidade é grande de ele sendo candidato a presidente a gente possa conversar essa coligação. No quadro estadual fazemos parte do governo Geraldo Alckmin. Nossa posição é que com o governador sendo candidato à reeleição estaremos marchando juntos.

 

DIÁRIO - A aliança com o Eduardo Campos depende exclusivamente da candidatura dele à Presidência ou a MD está disposta a caminhar com ele desde a construção do projeto?

ZAIA - Se você tivesse hoje um quadro com a Dilma candidata à reeleição, Aécio candidato a presidente, Eduardo Campos candidato a presidente e Marina Silva candidata a presidente, que é um quadro possível, a MD estaria provavelmente com o Eduardo Campos. A MD está disposta a construir a candidatura dele. Tem conversado muito isso com ele.

 

DIÁRIO - Há discussão para filiação do ex-prefeito de São Bernardo e atual deputado federal William Dib (PSDB)?

ZAIA - Temos nossos deputados federais em Brasília, que permanentemente conversam. Conversam com muita gente, que podem resultar em alguma vinda e podem não resultar. Não temos certeza disso. Não temos postura de um político interessa ou não interessa, individualmente. Não estamos começando do zero. Estamos partindo do PPS e do PMN. No Grande ABC, concretamente, não partimos do zero. Temos o Alex, que é grande liderança, fez o partido crescer com sua coordenação. Foi candidato a prefeito na eleição mais difícil no Grande ABC. Teve desempenho excelente, mostrou representatividade forte, alcançou 30% dos votos - não é pouca coisa -, elegeu uma bancada de seis vereadores - também não é pouca coisa -, e a ação dele repercutiu. Hoje o PPS é o terceiro partido em número de vereadores na região. Perdemos para o PT e para o PMDB. Não vamos jogar isso fora, até porque teve gente construindo isso. A partir disso é construir a ampliação do partido. Não vamos desprezar o que a gente tem nem vamos dizer que isso aqui já tem um dono. Não é essa costura, precisamos compor. As pessoas têm de se sentir confortáveis com a nova composição. Você não vai para um processo desse num embate. Isso vale para o Dib, para outros deputados e para o nosso. Você não vai forçar uma situação. Pode haver um deputado que caberia no PPS, mas na cidade dele, na base dele, tem condições de construir isso? Às vezes tem, às vezes não. Tem de somar. Isso que a gente tem de estar olhando.

 

DIÁRIO -Muito se especula sobre a vinda do ex-governador José Serra (PSDB). Em que estágio andam as negociações?

ZAIA -Tem a discordância dele ou não no PSDB, tem essa discussão. Vai pesar a situação dele no PSDB e vamos conversar. Ele conversou com o Roberto (Freire, presidente nacional da MD) e depois vai ponderar. Ele vai pensar que, se vindo à MD, qual será a acomodação no processo. Todo mundo faz política um pouco olhando isso.

 

DIÁRIO - Há possibilidade de lançá-lo ao Senado?

ZAIA - Se ele quiser ser candidato ao Senado, viabiliza, pode ser. Tem de entender que eventualmente o PPS pode não estar sozinho. Pode ser que faça coligação. Se isso acontecer, a decisão não será só da MD. E depende também da coligação. O Serra é figura forte, foi candidato a presidente duas vezes, teve votação expressiva, foi governador do Estado, prefeito da Capital. A decisão dele é mais difícil, porque é personalidade grande.

 

DIÁRIO - Como a MD vai trabalhar as candidaturas a deputado estadual pelo Grande ABC?

ZAIA - Não há discussão em nível detalhado. Se a gente pensa em construir uma chapa única de candidatos, preciso ter quase 150 candidatos. Tem muita vaga. Nesse aspecto cabe um candidato em São Bernardo, Santo André, Ribeirão Pires, São Caetano, Diadema. Se a opção for coligação, restringe mais, porque não sei quantas vagas teremos. Numa coligação você precisa pensar o potencial de cada candidato. Mas em princípio não tem restrição. Acho bom isso. Temos interesse em ter candidatos.

 

DIÁRIO - Como a MD trabalha com a possibilidade de perder quadros do PPS em São Bernardo?

ZAIA - O Alex é a grande referência nossa. O fato de a gente ser oposição ao governo do Luiz Marinho é o resultado das urnas. Elegemos seis vereadores e tivemos mais de 30% dos votos com essa proposta. Do ponto de vista do partido, não alteramos a situação que já tínhamos. A população de certa forma deu uma missão. Poderiam ter votado no Marinho. Se não votou porque acharam importante ter uma oposição ali. Mas tem chance de entrar e sair. O jogo está sendo jogado. Minha expectativa é de manter a bancada e eventualmente até ampliar.

 

DIÁRIO - Então não haverá faca no pescoço para ninguém ficar?

ZAIA - Não haverá o ‘boa sorte' a quem quer sair. Trabalhamos juntos porque essas pessoas construíram junto com a gente, foram importantes. Os votos que tivemos são a soma de todo mundo. Queremos construir a MD na base que temos. Só não posso fechar a janela. Sabíamos disso quando fizemos a fusão. A janela é para os dois lados. Acho que o quadro positivo, tanto em São Bernardo quanto no Grande ABC em geral.



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Davi Zaia exalta Alex e dá recado a Dib

Presidente do PPS-SP diz que eventual filiação do tucano
na nova sigla MD não pode se transformar em embate

Raphael Rocha
Do Diário do Grande ABC

01/05/2013 | 07:00


Secretário estadual de Gestão Pública e presidente paulista do PPS, Davi Zaia já manifesta sua preferência caso o ex-prefeito de São Bernardo e deputado federal William Dib (PSDB) resolva migrar para a MD (Mobilização Democrática): ficará do lado do deputado estadual Alex Manente (PPS). O cacique popular-socialista, que tem liderado o processo de fusão de PPS e PMN no Estado, garante que toda amarração para formação da MD terá como ponto de partida os quadros eleitos das duas siglas. "No Grande ABC, concretamente, não partiremos do zero. Temos o Alex, que é grande liderança, fez o partido crescer com sua coordenação (...) Você não vai para um processo desse num embate. Isso vale para o Dib, para os outros deputados e para os nossos". Em entrevista exclusiva ao Diário, Zaia afirma que a MD hoje caminha para apoiar a candidatura presidencial do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e que ficará ao lado de Geraldo Alckmin (PSDB) no projeto de reeleição ao governo de São Paulo, no ano que vem. Também comenta sobre uma possível filiação do ex-governador paulista José Serra (PSDB) e avalia que o Grande ABC tem potencial de lançar diversos candidatos a deputado estadual para preencher a lacuna deixada por Alex, que em 2014 tentará uma cadeira na Câmara dos Deputados, em Brasília. Além de análise do cenário político com a formação da MD, o secretário de Gestão Pública opina sobre o imbróglio envolvendo a construção do Poupatempo em Santo André e diz que proposta para instalação de unidade em Mauá segue em análise no Palácio dos Bandeirantes.

 

DIÁRIO - No início do mês, surgiu a informação de que a Prefeitura de Santo André havia sido notificada pela Justiça contestando os valores pagos pela administração à empresa Rhodia pelo terreno escolhido para instalação do Poupatempo da cidade. Esse fato interfere no cronograma de construção da unidade?

DAVI ZAIA - A discussão de valor pago não compete ao Estado. O Estado precisa do terreno liberado no ponto de vista de a Prefeitura ter condições de assinar o termo de cessão de terreno por prazo determinado, de 20 anos. Se a Prefeitura estiver em condições de assinar esse documento, o Estado pode implantar o Poupatempo. Em funções de problemas que a Prefeitura tenha, e que o Estado não se envolve, se ela não puder a cessão do terreno, não posso iniciar a implantação do Poupatempo.

 

DIÁRIO - O Estado trabalha com algum prazo limite para construção do Poupatempo na cidade?

ZAIA - Se eu não consigo ter o espaço disponibilizado, eu não consigo implantar. Não posso começar a implementar o Poupatempo num espaço que amanhã não poderei utilizar. Antes havia identificado problema de contaminação, que está sendo resolvido. Agora o terreno é contestado por qualquer outra razão. São questões permanentes da ação pública. Precisa ter tudo legalizado e tudo certo para fazer, sob pena de investir recursos depois perdê-los.

 

DIÁRIO - Há possibilidade de engavetar a implementação no município?

ZAIA -A decisão foi tomada há bastante tempo de fazer o Poupatempo em Santo André. Agora precisa se resolver os problemas. A Prefeitura precisa resolver os problemas dela e nós estamos prontos para iniciar o processo assim que a Prefeitura disser que dá para assinar o termo de cessão de uso do terreno. Se não houver isso, não dá para fazer. O projeto está garantido, mas tem de resolver os problemas comuns a qualquer construção de bem público.

 

DIÁRIO -A construção do Poupatempo de Mauá é viável?

ZAIA - Isso ainda não tem definição. O governador não bateu o martelo, mas está caminhando bem, estamos discutindo.

 

DIÁRIO - Qual perfil, nacional e estadual, que a MD vai adotar?

ZAIA - Não há grandes mudanças. O PPS é partido de oposição ao governo federal, a MD vai continuar nessa mesma postura. Há conversas com Eduardo Campos. A possibilidade é grande de ele sendo candidato a presidente a gente possa conversar essa coligação. No quadro estadual fazemos parte do governo Geraldo Alckmin. Nossa posição é que com o governador sendo candidato à reeleição estaremos marchando juntos.

 

DIÁRIO - A aliança com o Eduardo Campos depende exclusivamente da candidatura dele à Presidência ou a MD está disposta a caminhar com ele desde a construção do projeto?

ZAIA - Se você tivesse hoje um quadro com a Dilma candidata à reeleição, Aécio candidato a presidente, Eduardo Campos candidato a presidente e Marina Silva candidata a presidente, que é um quadro possível, a MD estaria provavelmente com o Eduardo Campos. A MD está disposta a construir a candidatura dele. Tem conversado muito isso com ele.

 

DIÁRIO - Há discussão para filiação do ex-prefeito de São Bernardo e atual deputado federal William Dib (PSDB)?

ZAIA - Temos nossos deputados federais em Brasília, que permanentemente conversam. Conversam com muita gente, que podem resultar em alguma vinda e podem não resultar. Não temos certeza disso. Não temos postura de um político interessa ou não interessa, individualmente. Não estamos começando do zero. Estamos partindo do PPS e do PMN. No Grande ABC, concretamente, não partimos do zero. Temos o Alex, que é grande liderança, fez o partido crescer com sua coordenação. Foi candidato a prefeito na eleição mais difícil no Grande ABC. Teve desempenho excelente, mostrou representatividade forte, alcançou 30% dos votos - não é pouca coisa -, elegeu uma bancada de seis vereadores - também não é pouca coisa -, e a ação dele repercutiu. Hoje o PPS é o terceiro partido em número de vereadores na região. Perdemos para o PT e para o PMDB. Não vamos jogar isso fora, até porque teve gente construindo isso. A partir disso é construir a ampliação do partido. Não vamos desprezar o que a gente tem nem vamos dizer que isso aqui já tem um dono. Não é essa costura, precisamos compor. As pessoas têm de se sentir confortáveis com a nova composição. Você não vai para um processo desse num embate. Isso vale para o Dib, para outros deputados e para o nosso. Você não vai forçar uma situação. Pode haver um deputado que caberia no PPS, mas na cidade dele, na base dele, tem condições de construir isso? Às vezes tem, às vezes não. Tem de somar. Isso que a gente tem de estar olhando.

 

DIÁRIO -Muito se especula sobre a vinda do ex-governador José Serra (PSDB). Em que estágio andam as negociações?

ZAIA -Tem a discordância dele ou não no PSDB, tem essa discussão. Vai pesar a situação dele no PSDB e vamos conversar. Ele conversou com o Roberto (Freire, presidente nacional da MD) e depois vai ponderar. Ele vai pensar que, se vindo à MD, qual será a acomodação no processo. Todo mundo faz política um pouco olhando isso.

 

DIÁRIO - Há possibilidade de lançá-lo ao Senado?

ZAIA - Se ele quiser ser candidato ao Senado, viabiliza, pode ser. Tem de entender que eventualmente o PPS pode não estar sozinho. Pode ser que faça coligação. Se isso acontecer, a decisão não será só da MD. E depende também da coligação. O Serra é figura forte, foi candidato a presidente duas vezes, teve votação expressiva, foi governador do Estado, prefeito da Capital. A decisão dele é mais difícil, porque é personalidade grande.

 

DIÁRIO - Como a MD vai trabalhar as candidaturas a deputado estadual pelo Grande ABC?

ZAIA - Não há discussão em nível detalhado. Se a gente pensa em construir uma chapa única de candidatos, preciso ter quase 150 candidatos. Tem muita vaga. Nesse aspecto cabe um candidato em São Bernardo, Santo André, Ribeirão Pires, São Caetano, Diadema. Se a opção for coligação, restringe mais, porque não sei quantas vagas teremos. Numa coligação você precisa pensar o potencial de cada candidato. Mas em princípio não tem restrição. Acho bom isso. Temos interesse em ter candidatos.

 

DIÁRIO - Como a MD trabalha com a possibilidade de perder quadros do PPS em São Bernardo?

ZAIA - O Alex é a grande referência nossa. O fato de a gente ser oposição ao governo do Luiz Marinho é o resultado das urnas. Elegemos seis vereadores e tivemos mais de 30% dos votos com essa proposta. Do ponto de vista do partido, não alteramos a situação que já tínhamos. A população de certa forma deu uma missão. Poderiam ter votado no Marinho. Se não votou porque acharam importante ter uma oposição ali. Mas tem chance de entrar e sair. O jogo está sendo jogado. Minha expectativa é de manter a bancada e eventualmente até ampliar.

 

DIÁRIO - Então não haverá faca no pescoço para ninguém ficar?

ZAIA - Não haverá o ‘boa sorte' a quem quer sair. Trabalhamos juntos porque essas pessoas construíram junto com a gente, foram importantes. Os votos que tivemos são a soma de todo mundo. Queremos construir a MD na base que temos. Só não posso fechar a janela. Sabíamos disso quando fizemos a fusão. A janela é para os dois lados. Acho que o quadro positivo, tanto em São Bernardo quanto no Grande ABC em geral.

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