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Motorista que arrastou motoboy promete se entregar

Informação foi dada à polícia por advogado de comerciante que arrastou motoboy na Via Anchieta


Rafael Ribeiro
do Diário do Grande ABC

01/05/2013 | 07:00


A defesa do comerciante Fabrício Albino de Campos Moura, 34 anos, apontado como o motorista do BMW 125i M Sport laranja que atropelou, arrastou e matou o motoboy José Francelino Júnior, 41, garantiu ontem à Polícia Civil que ele deve se entregar amanhã. O acidente aconteceu na madrugada de segunda-feira, na altura do km 15 da Rodovia Anchieta sentido Capital, em São Bernardo.

Segundo informações da polícia, o advogado alegou no 2º DP (Rudge Ramos) da cidade, onde o caso está sendo investigado, que Fabrício estaria formulando o seu depoimento em lugar isolado, com medo de ser reconhecido e agredido por populares.

Seu irmão, o também comerciante Flávio Antônio Campos Moura, 37, que o socorreu no dia da colisão com um Palio Essence prata e se apresentou na delegacia dizendo ser o responsável pelos fatos, estaria junto dele e também se apresentará.

O Diário tentou contato com o advogado dos irmãos em seu escritório, na Zona Norte da Capital, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição. Também não houve resposta no telefone da casa dos acusados, na Vila das Mercês, Zona Sul da Capital, próximo da divisa com o Grande ABC.

A previsão inicial da polícia era de que Fabrício e Flávio se entregassem na manhã de ontem. O irmão mais velho deve sustentar uma das versões contadas inicialmente, de que o BMW, avaliado em R$ 155 mil, tinha sofrido tentativa de roubo e o caçula estava em alta velocidade para escapar dos criminosos.

"Não faz sentido essa história. No meu entendimento houve vários crimes: atropelamento, fuga do local sem prestar auxílio à vítima e embriaguez ao volante", disse o delegado Roberto Bueno Menezes, titular do 2º DP.

Colabora com o inquérito policial e a formalização da acusação a existência de uma testemunha, advogado, que parou o carro para ajudar o motoboy e viu claramente o momento em que Flávio parou o Palio e Fabrício deixou o BMW para ser retirado da cena do crime pelo irmão.

"Ele tentou proteger o irmão mais novo contando aquilo. Mas conversei e expliquei que era melhor dizer a verdade", completou Menezes. O próprio Flávio confessou que o caçula estava bebendo cerveja em bar na Avenida Kennedy momentos antes do acidente.



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Motorista que arrastou motoboy promete se entregar

Informação foi dada à polícia por advogado de comerciante que arrastou motoboy na Via Anchieta

Rafael Ribeiro
do Diário do Grande ABC

01/05/2013 | 07:00


A defesa do comerciante Fabrício Albino de Campos Moura, 34 anos, apontado como o motorista do BMW 125i M Sport laranja que atropelou, arrastou e matou o motoboy José Francelino Júnior, 41, garantiu ontem à Polícia Civil que ele deve se entregar amanhã. O acidente aconteceu na madrugada de segunda-feira, na altura do km 15 da Rodovia Anchieta sentido Capital, em São Bernardo.

Segundo informações da polícia, o advogado alegou no 2º DP (Rudge Ramos) da cidade, onde o caso está sendo investigado, que Fabrício estaria formulando o seu depoimento em lugar isolado, com medo de ser reconhecido e agredido por populares.

Seu irmão, o também comerciante Flávio Antônio Campos Moura, 37, que o socorreu no dia da colisão com um Palio Essence prata e se apresentou na delegacia dizendo ser o responsável pelos fatos, estaria junto dele e também se apresentará.

O Diário tentou contato com o advogado dos irmãos em seu escritório, na Zona Norte da Capital, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição. Também não houve resposta no telefone da casa dos acusados, na Vila das Mercês, Zona Sul da Capital, próximo da divisa com o Grande ABC.

A previsão inicial da polícia era de que Fabrício e Flávio se entregassem na manhã de ontem. O irmão mais velho deve sustentar uma das versões contadas inicialmente, de que o BMW, avaliado em R$ 155 mil, tinha sofrido tentativa de roubo e o caçula estava em alta velocidade para escapar dos criminosos.

"Não faz sentido essa história. No meu entendimento houve vários crimes: atropelamento, fuga do local sem prestar auxílio à vítima e embriaguez ao volante", disse o delegado Roberto Bueno Menezes, titular do 2º DP.

Colabora com o inquérito policial e a formalização da acusação a existência de uma testemunha, advogado, que parou o carro para ajudar o motoboy e viu claramente o momento em que Flávio parou o Palio e Fabrício deixou o BMW para ser retirado da cena do crime pelo irmão.

"Ele tentou proteger o irmão mais novo contando aquilo. Mas conversei e expliquei que era melhor dizer a verdade", completou Menezes. O próprio Flávio confessou que o caçula estava bebendo cerveja em bar na Avenida Kennedy momentos antes do acidente.

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