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Saltando para o mundo real

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Desenhos deixam o universo animado para ganhar vida e forma nos cinemas


Luis Felipe Soares
do Diário do Grande ABC

31/01/2016 | 07:00


Tudo é possível no mundo dos desenhos animados. Animais falam, mágicas acontecem, seres fantásticos aparecem e não faltam muitas aventuras para os personagens e para quem os assiste. É com a ideia de levar todos esses elementos para uma outra mídia que os estúdios de cinema têm investido em adaptações de animações para as telonas.

O desafio é fazer com que tudo funcione de maneira divertida também no mundo real. Parte do trabalho dos estúdios passa por criar uma história que seja bem legal para as pessoas de todas as idades, principalmente as crianças. A ideia é atrair quem já conhece o desenho e quem poderá vê-lo pela primeira vez.

Nos últimos anos, a tecnologia tem ajudado esse tipo de filme. Computadores são usados para dar forma em versões 3D para os personagens, seja o comilão Zé Colméia, o atrapalhado Scooby-Doo ou os robôs guerreiros de Transformers. Todos foram criados para interagir com atores reais como se realmente estivessem juntos.

Os efeitos visuais prometem ser grande atração por trás do aguardado Mogli – O Menino Lobo, que entra em cartaz em 14 de abril. Os estúdios Disney retomam sua clássica animação em filme de aventura que tem como único ator de verdade o pequeno Neel Sethi. Ele atua e conversa com animais idênticos aos reais, como são os casos da pantera Baguera e o urso Balu, mas que só irão aparecer na tela por meio da tecnologia.

Se algumas produções escolhem reproduzir contos já conhecidos, também há histórias inéditas. É o que ocorre com as aventuras de Alvin e os Esquilos, cujos quatro filmes de Hollywood não existem nos desenhos antigos. 

MOGLI – O MENINO LOBO. A história do garotinho que cresce no meio de uma floresta selvagem virou desenho pela Disney no ano de 1967. Uma superprodução que traz animais feitos por computadores (como a pantera Baguera) e que são capazes de falar com o pequeno ator Neel Sethi, escalado para viver Mogli, entra em cartaz nos cinemas em 14 de abril.

CINDERELA.Um dos desenhos mais conhecidos da Disney (lançado em 1950) foi levado para as telonas em 2015. A atriz Lily James deu vida à personagem, que ganhou uma versão luxuosa do vestido dado pela fada madrinha.

OS SMURFS. As pequenas criaturas azuis nasceram nos quadrinhos da Bélgica na década de 1950, mas ficaram famosas pela animação feita 30 anos depois. Aparecem em dois filmes de Hollywood.

ZÉ COLMÉIA. Coadjuvante de série dos estúdios Hanna-Barbera, o urso ficou tão popular na época que ganhou show solo na década de 1960. Ele e Catatau interagiram com pessoas reais em Zé Colmeia: O Filme (2010).

ALVIN E OS ESQUILOS. A primeira aparição de Alvin e seus irmãos na TV ocorreu em um desenho da década de 1960, mas retornaram com um outro visual 20 anos depois. Suas versões em computação gráfica geraram quatro filmes, com o mais recente Alvin e os Esquilos: Na Estrada ainda em cartaz nas telonas.



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Saltando para o mundo real

Desenhos deixam o universo animado para ganhar vida e forma nos cinemas

Luis Felipe Soares
do Diário do Grande ABC

31/01/2016 | 07:00


Tudo é possível no mundo dos desenhos animados. Animais falam, mágicas acontecem, seres fantásticos aparecem e não faltam muitas aventuras para os personagens e para quem os assiste. É com a ideia de levar todos esses elementos para uma outra mídia que os estúdios de cinema têm investido em adaptações de animações para as telonas.

O desafio é fazer com que tudo funcione de maneira divertida também no mundo real. Parte do trabalho dos estúdios passa por criar uma história que seja bem legal para as pessoas de todas as idades, principalmente as crianças. A ideia é atrair quem já conhece o desenho e quem poderá vê-lo pela primeira vez.

Nos últimos anos, a tecnologia tem ajudado esse tipo de filme. Computadores são usados para dar forma em versões 3D para os personagens, seja o comilão Zé Colméia, o atrapalhado Scooby-Doo ou os robôs guerreiros de Transformers. Todos foram criados para interagir com atores reais como se realmente estivessem juntos.

Os efeitos visuais prometem ser grande atração por trás do aguardado Mogli – O Menino Lobo, que entra em cartaz em 14 de abril. Os estúdios Disney retomam sua clássica animação em filme de aventura que tem como único ator de verdade o pequeno Neel Sethi. Ele atua e conversa com animais idênticos aos reais, como são os casos da pantera Baguera e o urso Balu, mas que só irão aparecer na tela por meio da tecnologia.

Se algumas produções escolhem reproduzir contos já conhecidos, também há histórias inéditas. É o que ocorre com as aventuras de Alvin e os Esquilos, cujos quatro filmes de Hollywood não existem nos desenhos antigos. 

MOGLI – O MENINO LOBO. A história do garotinho que cresce no meio de uma floresta selvagem virou desenho pela Disney no ano de 1967. Uma superprodução que traz animais feitos por computadores (como a pantera Baguera) e que são capazes de falar com o pequeno ator Neel Sethi, escalado para viver Mogli, entra em cartaz nos cinemas em 14 de abril.

CINDERELA.Um dos desenhos mais conhecidos da Disney (lançado em 1950) foi levado para as telonas em 2015. A atriz Lily James deu vida à personagem, que ganhou uma versão luxuosa do vestido dado pela fada madrinha.

OS SMURFS. As pequenas criaturas azuis nasceram nos quadrinhos da Bélgica na década de 1950, mas ficaram famosas pela animação feita 30 anos depois. Aparecem em dois filmes de Hollywood.

ZÉ COLMÉIA. Coadjuvante de série dos estúdios Hanna-Barbera, o urso ficou tão popular na época que ganhou show solo na década de 1960. Ele e Catatau interagiram com pessoas reais em Zé Colmeia: O Filme (2010).

ALVIN E OS ESQUILOS. A primeira aparição de Alvin e seus irmãos na TV ocorreu em um desenho da década de 1960, mas retornaram com um outro visual 20 anos depois. Suas versões em computação gráfica geraram quatro filmes, com o mais recente Alvin e os Esquilos: Na Estrada ainda em cartaz nas telonas.

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