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Frente de esquerda quer se fazer ouvir na eleição


Rogério Santos
Do Diário do Grande ABC

30/01/2012 | 07:38


Em meio à disputa que será travada pelas principais forças políticas de São Bernardo, dirigentes de Psol e PSTU querem repetir a frente de esquerda formada em 2008, que reuniu também o PCB. A tendência é a de que a parceria seja definida até março.

Sem nenhum representante no governo do prefeito Luiz Marinho (PT) ou na Câmara, a participação do grupo no pleito é encarada como uma maneira de marcar posição e reforçar seus ideais perante o eleitorado.
Em 2008, a frente de esquerda foi encabeçada pelo ex-vereador Aldo Santos (Psol), que teve apenas 3.806 votos, menos de 1% dos válidos.

"As campanhas eleitorais deixaram de ser manifestação da vontade popular para se tornar balcão de negócios", critica Aldo. O socialista ressalta que o desejo do grupo é fazer amplo debate sobre os problemas da cidade.
Ele rechaça a condição de radical atribuída aos partidos de esquerda. "Nós mostramos a raiz do problema. Isso é ser radical?", contesta o ex-parlamentar.

Coordenadora regional do PSTU, Joana Falai reconhece as dificuldades em atingir parcela maior de eleitores. Apesar disso, a dirigente projeta bom desempenho nas urnas. "Não vamos nos unir a nenhum grupo hegemônico da cidade, mas vamos para a rua participar do debate eleitoral, apresentando nossas propostas e ideias."

Caracterizados por discursos voltados às classes mais populares, em defesa dos trabalhadores e contra privatizações, as legendas atingem pequena parcela do eleitorado.

Na avaliação do cientista político Cláudio Couto, Psol, PSTU e PCB têm espaço no movimento estudantil e alguns setores do sindicalismo, mas estão fadados ao fracasso eleitoral. "Por conta disso a participação na eleição é só mais uma forma de marcar território, pois não tem apelo com o eleitor."



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Frente de esquerda quer se fazer ouvir na eleição

Rogério Santos
Do Diário do Grande ABC

30/01/2012 | 07:38


Em meio à disputa que será travada pelas principais forças políticas de São Bernardo, dirigentes de Psol e PSTU querem repetir a frente de esquerda formada em 2008, que reuniu também o PCB. A tendência é a de que a parceria seja definida até março.

Sem nenhum representante no governo do prefeito Luiz Marinho (PT) ou na Câmara, a participação do grupo no pleito é encarada como uma maneira de marcar posição e reforçar seus ideais perante o eleitorado.
Em 2008, a frente de esquerda foi encabeçada pelo ex-vereador Aldo Santos (Psol), que teve apenas 3.806 votos, menos de 1% dos válidos.

"As campanhas eleitorais deixaram de ser manifestação da vontade popular para se tornar balcão de negócios", critica Aldo. O socialista ressalta que o desejo do grupo é fazer amplo debate sobre os problemas da cidade.
Ele rechaça a condição de radical atribuída aos partidos de esquerda. "Nós mostramos a raiz do problema. Isso é ser radical?", contesta o ex-parlamentar.

Coordenadora regional do PSTU, Joana Falai reconhece as dificuldades em atingir parcela maior de eleitores. Apesar disso, a dirigente projeta bom desempenho nas urnas. "Não vamos nos unir a nenhum grupo hegemônico da cidade, mas vamos para a rua participar do debate eleitoral, apresentando nossas propostas e ideias."

Caracterizados por discursos voltados às classes mais populares, em defesa dos trabalhadores e contra privatizações, as legendas atingem pequena parcela do eleitorado.

Na avaliação do cientista político Cláudio Couto, Psol, PSTU e PCB têm espaço no movimento estudantil e alguns setores do sindicalismo, mas estão fadados ao fracasso eleitoral. "Por conta disso a participação na eleição é só mais uma forma de marcar território, pois não tem apelo com o eleitor."

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