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PSD e DEM debatem sair da base do PT

Partidos estreitaram diálogo com a oposição e devem romper elo com o governo após quatro anos


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

31/12/2015 | 07:00


Dois dos principais integrantes da base de sustentação do governo do prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), desde a campanha eleitoral de 2012, DEM e PSD estão próximos de romper vínculo a partir da eleição do ano que vem. As legendas são representadas no Legislativo pelos vereadores Mauro Miaguti e Reginaldo Burguês, ambos do DEM, e Rafael Demarchi e Fábio Landi, do PSD.

O destino dos partidos deve ser as candidaturas da oposição, hoje lideradas pelo deputado estadual Orlando Morando (PSDB) e pelo deputado federal Alex Manente (PPS). O PT será representado na eleição municipal pelo secretário de Coordenação Governamental e de Serviços Urbanos, Tarcisio Secoli, em definição exclusiva de Marinho.

Uma possibilidade mais remota é a união de projetos entre DEM e PSD, com lançamento de candidatura própria ao Paço em 2016.

Mais próximo do rompimento com os petistas está o DEM. As tratativas na cidade são conduzidas por Miaguti – também presidente do diretório local – e que tem aval presidente estadual da sigla, o secretário Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Rodrigo Garcia. O mandatário paulista do DEM já sinalizou preferência em alinhamento à frente anti-PT, contudo deu liberdade em determinados municípios para a composição política.

Em São Bernardo, Miaguti realizou sucessivos encontros com Morando e Alex. Evitou sinalizar tendência, que somente deve ser concretizada em março. A procura dos oposicionistas pelo DEM estaria atrelado principalmente à ligação do vereador democrata ao setor empresarial. Miaguti é diretor-titular do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) da cidade.

A situação do PSD é diferenciada. O presidente nacional do partido, o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, já manifestou desejo em manter vínculo com o PT. Tem boa relação com Marinho. Os vereadores pessedistas, porém, não escondem frustração no elo com os petistas. Ambos os parlamentares já anunciaram ter recebido aval de Kassab para definir composição e desde então dialogam com os pré-candidatos da oposição.

Marinho já contabilizou três baixas para o processo eleitoral de outubro. O PTB e o PRB migraram para o projeto do PPS, enquanto que o PP se aliou ao PSDB. O chefe do Executivo são-bernardense, que costura as alianças de Tarcisio, ainda confia que conseguirá repetir a representatividade do pleito passado, quando fechou sua chapa majoritária com 16 legendas. Até o momento, o PT tem certo os apoios do PTdoB, PV e do PDT. Há expectativa enquanto ao posicionamento de outro importante aliado, o PMDB. A legenda, que ocupou a vaga de vice no mandato, vem ensaiando lançar projeto solo. 



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