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Sindicalista do PT de Mauá tenta ser vice de Donisete


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

21/12/2015 | 07:00


O sindicalista Ivo Motta, 50 anos, candidato derrotado a vereador em 2012, registrou no PT de Mauá documento em que se coloca à disposição de ser vice do prefeito Donisete Braga, que buscará a reeleição. Há três anos, Motta recebeu 401 votos. “Eu acho que agregaria mais à militância antiga (do PT). Eu consigo trazer, com o meu nome, todo esse pessoal.”

Montador na Volkswagen e com 35 anos de atuação junto ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, o petista acredita que o peso do movimento sindical será decisivo para Donisete. “O partido tem um projeto. Na última eleição, o Donisete ficou atrás da Vanessa (Damo, PMDB) quase todo primeiro turno e só reverteu no segundo porque houve adesão (da ala) sindical, que trouxe ele de volta ao pleito.”

O protocolo de Motta acontece no momento em que os principais agentes políticos do governo tentam convencer o diretório petista na cidade a aceitar a abertura da chapa para 2016, contrariando histórico.

Motta não se mostrou completamente contrário à chapa mista, porém, apontou que o “PT tem votos suficientes para se eleger” sem necessidade de ter vice forasteiro. “O que a gente quer dizer para o prefeito é que não dá para abandonar os trabalhadores. Com chapa pura, os trabalhadores vão participar (do pleito).” 



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Sindicalista do PT de Mauá tenta ser vice de Donisete

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

21/12/2015 | 07:00


O sindicalista Ivo Motta, 50 anos, candidato derrotado a vereador em 2012, registrou no PT de Mauá documento em que se coloca à disposição de ser vice do prefeito Donisete Braga, que buscará a reeleição. Há três anos, Motta recebeu 401 votos. “Eu acho que agregaria mais à militância antiga (do PT). Eu consigo trazer, com o meu nome, todo esse pessoal.”

Montador na Volkswagen e com 35 anos de atuação junto ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, o petista acredita que o peso do movimento sindical será decisivo para Donisete. “O partido tem um projeto. Na última eleição, o Donisete ficou atrás da Vanessa (Damo, PMDB) quase todo primeiro turno e só reverteu no segundo porque houve adesão (da ala) sindical, que trouxe ele de volta ao pleito.”

O protocolo de Motta acontece no momento em que os principais agentes políticos do governo tentam convencer o diretório petista na cidade a aceitar a abertura da chapa para 2016, contrariando histórico.

Motta não se mostrou completamente contrário à chapa mista, porém, apontou que o “PT tem votos suficientes para se eleger” sem necessidade de ter vice forasteiro. “O que a gente quer dizer para o prefeito é que não dá para abandonar os trabalhadores. Com chapa pura, os trabalhadores vão participar (do pleito).” 

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