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Presidente do Mirassol lamenta descumprimento da FPF

Edson Ermenegildo, porém, diz ser cedo para pensar em acionar a Justiça


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

28/11/2015 | 07:00


O Água Santa e Diadema aguardavam ansiosamente a definição da FPF (Federação Paulista de Futebol) sobre a participação do clube no Paulistão. Mas a decisão refletia também na expectativa de uma agremiação a 500 quilômetros dali, o Mirassol. Quinta colocada na Série A-2 de 2015, a equipe nutria esperança de herdar a vaga do Netuno. Ontem, porém, o presidente Edson Antonio Ermenegildo, em tom de lamento, confirmou ter recebido ligação do mandatário da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos, dando a notícia.

“Fui comunicado via telefone pelo presidente da Federação que o laudo apresentado pela empresa (Arena) contratada para vistoriar o estádio daria condição e que o Água Santa tem um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com o Ministério Público prorrogando o prazo de entrega (20 de janeiro) e, por isso, a decisão favorável”, disse.

Ermenegildo, no entanto, lamentou o descumprimento do regulamento da FPF, que previa que o laudo atestando a capacidade do Estádio do Inamar para 10 mil pessoas deveria ter sido entregue no dia 5. Além disso, criticou o imbróglio, que prejudicou a montagem do seu time. “A gente lamenta a indefinição, a demora de 22 dias para definir uma situação que, para nós, era simples e que atrasou nosso planejamento. A Federação criou impasse com o próprio regulamento”, afirmou.

Apesar de admitir, o mandatário diz “ser cedo” para cravar que o Mirassol entrará na Justiça Desportiva para buscar garantir a vaga. “Vamos avaliar todas as situações para ver se a gente concorda ou não.”



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