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Ídolos do Verdão dão dicas, mas veem favoritismo de rival

Ademir da Guia, Evair, Sérgio, Amaral e Müller palpitam sobre decisão da Copa do Brasil


Dérek Bittencourt

25/11/2015 | 07:00


Durante passagem por Santo André na segunda-feira à noite para evento em restaurante da cidade, o quinteto Ademir da Guia, Evair, Sérgio, Amaral e Müller falou com exclusividade ao Diário sobre a final da Copa do Brasil entre Palmeiras e Santos, que começa a ser disputada hoje, na Baixada, e terá definição dia 2, no Allianz Parque. E apesar de ídolos do Alviverde, todos apontaram favoritismo do rival, mas deram dicas para que o Verdão possa conquistar o título pela terceira vez.

Sexto maior artilheiro da história do clube com 127 gols, Evair vê o Peixe à frente, mas exalta o fato de o segundo e decisivo duelo ser na Capital como ponto a favor do Alviverde.

“Jogar lá é sempre difícil. Por mais que o Santos esteja numa fase ruim, é sempre perigoso dentro da Vila Belmiro. Tem certo favoritismo lá, mas o Palmeiras tem de fazer o jogo dele, tentar trazer a segunda partida de igual para igual e fazer da sua casa e seu torcedor as suas armas”, destacou o matador.

Já o jogador que mais vezes vestiu a camisa do clube (901 atuações) e ídolo incontestável, Ademir da Guia vê a primeira partida como fundamental para os planos palmeirenses. “Acho que o importante é ter chegado a essa final. A gente nunca sabe se vai ganhar ou não, porque só um pode vencer. Creio, inclusive, que esse primeiro jogo vai ser muito importante. Se conseguirmos resultado bom na Vila Belmiro para decidir no Allianz Parque, vamos ter grande vantagem.”

Amaral e Müller compartilham opiniões similares, mas dão a receita para o time do técnico Marcelo Oliveira reverter essa situação. “Se olhar no momento, o Santos é favorito, pelos resultados que o Palmeiras está tendo. Mas decisão é decisão. São dois jogos. O treinador tem de armar o time bem, porque o Santos é perigoso, tem jogadores de Seleção Brasileira. Vai ser grande jogo e se o Palmeiras conseguir o título, vai salvar o ano”, disse Amaral.

“Pelo que vem apresentando no Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil, o Santos é favorito. Independentemente disso, creio que será uma das finais mais emocionantes e bem disputadas, por conta de as duas equipes serem técnicas. O Palmeiras tem bom conjunto, o Santos do meio para a frente tem garotada rápida de técnica apurada e qualidade grande”, emendou Müller.

O ex-goleiro Sérgio, com 18 anos de Palmeiras e dez títulos conquistados, aposta em equilíbrio, com ligeira vantagem ao Verdão. “Quando se vai disputar final acaba o favoritismo. É dentro de campo que se resolve. Às vezes o que está melhor condicionado não consegue desenvolver seu melhor dia. O Palmeiras leva vantagem por jogar a segunda em casa. Então, se aproveitar a experiência e o quesito campo, conseguirá o objetivo de ser campeão”, opinou.

Evair finalizou apontando o quão importante seria o tricampeonato ao Palmeiras. “Um título significa muito mais que uma passagem à Libertadores, mas um patamar a mais dentro do futebol brasileiro”, encerrou. 



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Ídolos do Verdão dão dicas, mas veem favoritismo de rival

Ademir da Guia, Evair, Sérgio, Amaral e Müller palpitam sobre decisão da Copa do Brasil

Dérek Bittencourt

25/11/2015 | 07:00


Durante passagem por Santo André na segunda-feira à noite para evento em restaurante da cidade, o quinteto Ademir da Guia, Evair, Sérgio, Amaral e Müller falou com exclusividade ao Diário sobre a final da Copa do Brasil entre Palmeiras e Santos, que começa a ser disputada hoje, na Baixada, e terá definição dia 2, no Allianz Parque. E apesar de ídolos do Alviverde, todos apontaram favoritismo do rival, mas deram dicas para que o Verdão possa conquistar o título pela terceira vez.

Sexto maior artilheiro da história do clube com 127 gols, Evair vê o Peixe à frente, mas exalta o fato de o segundo e decisivo duelo ser na Capital como ponto a favor do Alviverde.

“Jogar lá é sempre difícil. Por mais que o Santos esteja numa fase ruim, é sempre perigoso dentro da Vila Belmiro. Tem certo favoritismo lá, mas o Palmeiras tem de fazer o jogo dele, tentar trazer a segunda partida de igual para igual e fazer da sua casa e seu torcedor as suas armas”, destacou o matador.

Já o jogador que mais vezes vestiu a camisa do clube (901 atuações) e ídolo incontestável, Ademir da Guia vê a primeira partida como fundamental para os planos palmeirenses. “Acho que o importante é ter chegado a essa final. A gente nunca sabe se vai ganhar ou não, porque só um pode vencer. Creio, inclusive, que esse primeiro jogo vai ser muito importante. Se conseguirmos resultado bom na Vila Belmiro para decidir no Allianz Parque, vamos ter grande vantagem.”

Amaral e Müller compartilham opiniões similares, mas dão a receita para o time do técnico Marcelo Oliveira reverter essa situação. “Se olhar no momento, o Santos é favorito, pelos resultados que o Palmeiras está tendo. Mas decisão é decisão. São dois jogos. O treinador tem de armar o time bem, porque o Santos é perigoso, tem jogadores de Seleção Brasileira. Vai ser grande jogo e se o Palmeiras conseguir o título, vai salvar o ano”, disse Amaral.

“Pelo que vem apresentando no Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil, o Santos é favorito. Independentemente disso, creio que será uma das finais mais emocionantes e bem disputadas, por conta de as duas equipes serem técnicas. O Palmeiras tem bom conjunto, o Santos do meio para a frente tem garotada rápida de técnica apurada e qualidade grande”, emendou Müller.

O ex-goleiro Sérgio, com 18 anos de Palmeiras e dez títulos conquistados, aposta em equilíbrio, com ligeira vantagem ao Verdão. “Quando se vai disputar final acaba o favoritismo. É dentro de campo que se resolve. Às vezes o que está melhor condicionado não consegue desenvolver seu melhor dia. O Palmeiras leva vantagem por jogar a segunda em casa. Então, se aproveitar a experiência e o quesito campo, conseguirá o objetivo de ser campeão”, opinou.

Evair finalizou apontando o quão importante seria o tricampeonato ao Palmeiras. “Um título significa muito mais que uma passagem à Libertadores, mas um patamar a mais dentro do futebol brasileiro”, encerrou. 

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